Tratamento com ondas de choque em Chapecó: onde a medicina regenerativa entra na recuperação da ereção

“Doutor, o remédio ainda ajuda,
mas a ereção perdeu consistência.”

Dr. Bruno explica como funciona o tratamento · 3 min

Essa é uma frase comum no consultório. Em alguns casos, ela mostra que o problema não está apenas no estímulo ou na dose do medicamento. A circulação pode ter perdido parte da capacidade de levar e manter sangue dentro do tecido erétil.

Quando isso acontece, aumentar a dose por conta própria apenas adia a investigação. O passo seguinte é entender a causa e localizar o tratamento dentro de uma sequência clínica.

O tratamento com ondas de choque é uma terapia de medicina regenerativa que aplica ondas mecânicas de baixa intensidade sobre o tecido erétil. O objetivo é estimular a neovascularização, ou seja, a formação de novos vasos, melhorando a circulação dentro do pênis. Ele não produz uma ereção durante a sessão: atua sobre o meio biológico. Em Chapecó, a indicação é avaliada pelo Dr. Bruno von Mühlen, urologista e andrologista (CRM-SC 18869 | RQE 17624), em casos selecionados de disfunção erétil de origem vascular, em homens tratados de câncer de próstata e no controle da dor durante a fase ativa da Doença de Peyronie.

Contudo, cada uma dessas indicações tem objetivo e limite diferentes. Por isso, a tecnologia entra depois do diagnóstico, e não antes dele.

O que é o tratamento com ondas de choque e como ele age no tecido?

O tratamento com ondas de choque é uma terapia de medicina regenerativa que entrega ao tecido erétil uma onda mecânica de baixa intensidade. Não se trata de calor, de corrente elétrica nem de laser. É energia mecânica direcionada a pontos definidos.

Na prática, o paciente sente pressão ou pequenos impactos na área. O tratamento é praticamente indolor e ocorre sem anestesia.

Essa onda atua sobre a vascularização do pênis e promove o que chamamos tecnicamente de neovascularização. Ou seja, o estímulo favorece a formação de novos vasos e melhora a circulação de sangue no interior do tecido erétil.

E é justamente aí que está a diferença de proposta.

As ondas de choque não forçam uma ereção. Elas trabalham o terreno que sustenta a ereção.

tratamento com ondas de choque

Qual a diferença entre as ondas de choque e o comprimido para ereção?

Em um tratamento com tadalafila, sildenafila ou terapia intracavernosa, o resultado depende do uso da medicação. Se o paciente não utiliza aquela medicação, ele não atinge aquele grau de ereção. O medicamento resolve o momento.

Na medicina regenerativa, a lógica é outra. O objetivo é restabelecer a resposta vascular e sustentar esse resultado ao longo do tempo, sem que ele fique atrelado a uma dose.

Contudo, isso não transforma a terapia em uma alternativa universal, nem em substituto automático do comprimido. As duas abordagens podem, inclusive, caminhar juntas.

Medicação oral e terapia intracavernosa comparadas ao tratamento com ondas de choque.

Critério

Medicação oral e terapia intracavernosa

Ondas de choque

Como age

Efeito farmacológico sob demanda, no momento do uso.

Estímulo mecânico sobre a vascularização do tecido erétil.

Quando o efeito aparece

Na janela de ação da medicação.

De forma gradual, nas semanas seguintes ao protocolo.

Relação com o uso contínuo

Sem a medicação, o paciente não alcança o mesmo grau de ereção.

A proposta é restabelecer e sustentar a resposta ao longo do tempo.

Invasividade

Comprimido ou injeção no corpo cavernoso.

Sessões no consultório, sem cortes, sem injeções e sem anestesia.

Principal limite

Não modifica a causa vascular subjacente.

Não trata causa hormonal, neurológica ou psicológica isolada.

Indicação típica

Primeira linha na maioria dos quadros de disfunção erétil.

Disfunção erétil leve a moderada de origem vasculogênica, em casos selecionados.

Veja também as opções de tratamentos para saúde sexual masculina.

Por que o diagnóstico vem antes da máquina?

Porque o equipamento não define a indicação. O diagnóstico define.

A disfunção erétil pode ter origem vascular, hormonal, neurológica, psicológica ou mista. Por isso, duas pessoas com o mesmo sintoma podem precisar de caminhos diferentes.

Na consulta, começo pela história clínica e sexual. Também avalio doenças, cirurgias, medicamentos, hábitos, exames e a forma como a ereção mudou ao longo do tempo. Esse conjunto mostra se há sinais de perda de fluxo sanguíneo, dificuldade de retenção do sangue ou outro fator associado.

Quando a causa vascular ainda precisa de confirmação, o Doppler peniano ajuda. O exame analisa a entrada e a saída de sangue durante a ereção e oferece dados objetivos para a escolha do tratamento.

Entenda como funciona a ultrassonografia com Doppler de pênis.

Com essas informações, consigo definir se as ondas de choque têm espaço no plano ou se outra etapa oferece mais resolutividade.

Onde as ondas de choque entram na escada de tratamento?

A disfunção erétil não tem uma única linha de chegada. Existe uma escada de tratamento, e cada degrau responde a um grau de comprometimento, a uma causa e à realidade do paciente.

01

Fatores de saúde

Controle de diabetes, pressão, colesterol, tabagismo, sono e outros fatores que afetam a circulação.

02

Medicamentos orais

Usados com dose, horário e estímulo adequados.

03

Tratamento com ondas de choque

Isolado ou combinado com medicamentos, quando existe indicação vascular.

Assunto desta página

04

Dispositivos a vácuo ou injeções intracavernosas

Em situações específicas.

05

Prótese peniana

Última linha, quando os tratamentos conservadores já não entregam resposta suficiente.

Na prática, a escolha não depende de qual método parece mais moderno. Depende do ponto em que a função foi prejudicada e do quanto ainda é possível recuperar com invasividade mínima.

Dessa forma, evitamos dois erros: insistir tempo demais em uma terapia sem resposta ou avançar para uma intervenção maior antes da hora.

Quem pode ser candidato ao tratamento com ondas de choque?

Essa tecnologia, obviamente, não é para todos os pacientes. O cenário favorável é bem delimitado, e reconhecer esse limite é parte do tratamento.

São considerados candidatos ao tratamento com ondas de choque: (1) homens com disfunção erétil leve a moderada de origem vasculogênica, incluindo quem responde à medicação oral mas não deseja usá-la no longo prazo e quem percebeu perda de eficácia do comprimido; (2) homens submetidos a cirurgia robótica de câncer de próstata com preservação dos nervos que evoluíram com redução da potência da ereção; (3) pacientes com dor na fase ativa da Doença de Peyronie, exclusivamente para controle da dor. A seleção depende de consulta, exame físico e, quando indicado, Doppler peniano.

Cenário mais favorável

Disfunção erétil vascular, leve a moderada

Origem vasculogênica, com dois perfis típicos: quem responde à tadalafila mas não quer usá-la no longo prazo, e quem sentiu o comprimido perder potência.

Pós-operatório

Após cirurgia robótica de próstata

Com preservação dos nervos e evolução com redução da potência da ereção.

Controle da dor

Peyronie em fase ativa

Exclusivamente para a dor. Não corrige curvatura nem reduz a placa.

O tratamento serve para disfunção erétil leve a moderada de origem vascular?

Sim. Esse é o cenário mais favorável para a terapia. O que quer dizer isso, na prática? Basicamente, dois perfis de paciente:

Nesses dois grupos de pacientes, as ondas de choque se mostram efetivas e estão no guideline das recomendações internacionais de tratamento.

Ainda assim, a expectativa precisa ser calibrada. Nos estudos, a melhora média da função erétil costuma ser moderada. Portanto, não existe garantia de resposta, nem promessa de retirada de medicamentos.

Antes de indicar, verifico se o remédio foi usado da forma correta, se há fatores de saúde sem controle e se o diagnóstico vascular está bem sustentado.

Quem operou câncer de próstata pode fazer ondas de choque?

Pode, e esse é o segundo grupo com indicação bem estabelecida. Ele é formado por quem foi submetido ao tratamento do câncer de próstata. Especificamente, aqueles que fizeram uma cirurgia robótica com preservação dos nervos e que cursaram com diminuição da potência da ereção.

Nesse grupo, a onda fornece neovascularização e promove melhora de circulação. Nós sabemos que também existe um componente nervoso, um componente neurológico, nessa disfunção erétil. Contudo, nos pacientes que fizeram a cirurgia robótica, esses nervos foram muito bem preservados. Por isso, estimular a circulação tem se mostrado efetivo nesse grupo de pacientes.

Se o nervo foi poupado, faz sentido trabalhar o componente que ficou prejudicado, que é o vascular.

Se esse é o seu caso, veja também o conteúdo sobre disfunção erétil e reabilitação da função após o tratamento do câncer de próstata.

As ondas de choque ajudam na dor da Doença de Peyronie?

Ajudam no controle da dor, sim. Na Doença de Peyronie, a terapia pode ser usada para reduzir a dor durante a fase ativa. Esse é o limite clínico que precisa ficar claro desde o início.

A terapia não corrige a curvatura e não reduz a placa. Se a geometria peniana está mudando, a avaliação precisa considerar dor, rigidez, grau de deformidade, fase da doença e impacto na relação sexual.

Por outro lado, aguardar passivamente a doença estabilizar também não é conduta. A fase ativa tem janela própria de manejo, e a dor tem tratamento.

Apresentar esse limite não enfraquece a terapia. Ao contrário, protege o paciente de uma expectativa que ela não consegue cumprir.

Quando as ondas de choque não são indicadas?

Definir o que a terapia não resolve é tão importante quanto definir o que ela resolve. Em geral, ela não é o degrau indicado quando:

Nesses cenários, a escada aponta outro degrau. E apontar esse outro degrau é exatamente o papel da consulta.

Qual equipamento de ondas de choque é usado no consultório em Chapecó?

O consultório utiliza o PiezoWave2, também chamado de PW2, fabricado pela Richard Wolf, empresa alemã com longa atuação em urologia e em ondas de choque aplicadas à medicina regenerativa.

O aparelho gera ondas por princípio piezoelétrico e permite trabalhar com diferentes zonas de foco e profundidades, conforme a fonte disponível e o protocolo definido para o caso.

Contudo, o equipamento não substitui a seleção do paciente. A precisão começa na escolha da indicação, continua no ajuste dos parâmetros e termina no acompanhamento da resposta.

Durante o planejamento, defino a fonte, a profundidade, a energia e os pontos de aplicação de acordo com o diagnóstico.

Assim, o protocolo deixa de ser uma sequência pronta e passa a responder à biologia daquele paciente.

tratamento com ondas de choque

Como é uma sessão de ondas de choque?

O tratamento acontece no consultório. Antes da primeira sessão, o diagnóstico e o plano já precisam estar definidos.

1

A equipe posiciona o paciente e prepara a área de aplicação.

2

Um gel de acoplamento ajuda a transmitir as ondas entre o aplicador e o tecido.

3

O aplicador percorre os pontos previstos no protocolo.

4

Durante a sessão, ajusto a intensidade caso surja pressão ou desconforto.

5

Ao final, o paciente recebe as orientações daquele dia e segue o acompanhamento combinado.

Em geral, o procedimento não exige cortes, injeções ou anestesia. A maioria dos pacientes retoma a rotina logo depois. Contudo, a experiência pode variar, e qualquer desconforto deve ser comunicado.

Também não existe um número universal de sessões. Os estudos usam protocolos diferentes, e o plano depende da causa, da gravidade, da resposta e do objetivo clínico. Por isso, a quantidade e o intervalo aparecem na prescrição individual de cada paciente.

O que esperar do resultado do tratamento com ondas de choque?

O tratamento com ondas de choque busca melhorar a resposta do tecido, e não produzir uma ereção imediata durante a sessão. Quando há benefício, ele tende a aparecer de forma gradual nas semanas seguintes.

Em casos vasculares selecionados, alguns pacientes percebem mais rigidez, melhor manutenção da ereção ou maior resposta ao medicamento. No entanto, a intensidade e a duração desse ganho variam de pessoa para pessoa.

Por outro lado, a terapia não corrige causas hormonais, neurológicas ou psicológicas por conta própria. Também não substitui o controle da saúde cardiovascular e não resolve deformidades da Doença de Peyronie.

Por isso, acompanho a evolução com sintomas, resposta sexual e, quando necessário, instrumentos de avaliação. Se o ganho não for suficiente, a escada de tratamento continua. Há outros degraus, e a decisão seguinte deve respeitar o diagnóstico.

Um tratamento ganha segurança quando a expectativa acompanha a biologia.

Dr. Bruno von Mühlen | Urologista em Chapecó

Quem é o Dr. Bruno von Mühlen?

Sou urologista e andrologista em Chapecó, Santa Catarina, com atuação em Medicina Sexual e Reprodutiva do Homem. Minha formação inclui residência em Cirurgia Geral, especialização em Urologia e Fellowship em Andrologia pela Faculdade de Medicina do ABC.

No consultório, tecnologia e procedimento ocupam o lugar certo: entram para responder a uma pergunta clínica. Antes de propor qualquer etapa, explico a causa provável, as alternativas, os riscos, os limites e a expectativa de resultado.

Esse cuidado vale para o tratamento com ondas de choque e para toda a escada de abordagem da disfunção erétil e da Doença de Peyronie.

Conheça a formação e a atuação do Dr. Bruno von Mühlen.

CRM-SC 18869 · RQE 17624

Atendimento presencial em Chapecó e teleconsulta para pacientes de outras cidades.

O que os pacientes dizem sobre o atendimento?

DIEISON FACIM
29/05/2026
Até difícil de falar com palavras, mas vou resumir em algumas, até hoje em vários consultórios que passamos foi o primeiro médico que realmente parou e pensou junto com o paciente, não apenas ouviu aplicou receita, abriu a porta e disse até mais. Simplesmente uma pessoa sensacional como pessoa e como médico. Super indico e recomendo.
Juliano Matz
11/05/2026
Excelente atendimento! Tanto no agendamento como na consulta e retorno. Empatia e acolhimento! Dr Bruno é um ótimo profissional, muito competente, atencioso e transmite muita segurança clareza na condução do atendimento.
Fernando Ternus
07/05/2026
Atendimento de excelência, Dr Bruno muito profissional, transmite muita confiança. Também deixar registrado o atendimento da Nina, muito atenciosa e disposta a deixar tudo resolvido.
Mayara de souza
05/05/2026
Fomos muito bem atendidos, tanto na recepção quanto na consulta. Excelente, recomendo!!
José Fernando Clozato
21/05/2026
Excelência no atendimento e organização.
Francisco Matiello
07/05/2026
Excelente atendimento, tanto da parte dos colaboradores quanto do Dr. Bruno. Super indico.
Adriano Czarnobai
08/06/2026
Sempre com muito prestativos e atenciosos.

Avaliações publicadas por pacientes no Google, reproduzidas na íntegra. Ver todas as avaliações.

Perguntas frequentes sobre tratamento com ondas de choque

O tratamento com ondas de choque dói?

O tratamento é praticamente indolor. O paciente costuma sentir pressão ou pequenos impactos na área, e a sessão ocorre sem anestesia. Ainda assim, se houver desconforto, ajusto a intensidade durante a própria aplicação.

Quantas sessões de ondas de choque são necessárias?

Não existe um número único para todos os casos. O protocolo varia conforme o diagnóstico, a gravidade, a fonte utilizada no equipamento e a resposta do paciente. A quantidade e os intervalos são definidos no plano individual de tratamento.

As ondas de choque curam a disfunção erétil?

Não há garantia de cura. Diferente da medicação, que age enquanto está no organismo, a medicina regenerativa busca restabelecer a resposta vascular e sustentá-la ao longo do tempo. Em quadros vasculares leves a moderados e bem selecionados, a melhora costuma ser moderada e depende da causa e das condições de saúde associadas.

As ondas de choque podem ser combinadas com a medicação oral?

Podem. Em parte dos casos, a terapia é usada junto com a medicação, e não no lugar dela. Em outros, é aplicada de forma isolada. A escolha depende da causa, do grau de comprometimento e do objetivo definido na consulta.

Posso parar o remédio para ereção depois das sessões?

Essa decisão depende da resposta. Alguns pacientes percebem melhora no efeito do medicamento ou menor necessidade de uso, mas isso não acontece em todos os casos. Não interrompa nem altere a dose sem orientação médica.

O tratamento funciona quando a causa é ansiedade?

As ondas atuam sobre o componente vascular e tecidual. Quando a causa é psicológica, hormonal, neurológica ou mista, o plano precisa tratar esses fatores. Por isso, o diagnóstico vem antes da indicação.

As ondas de choque corrigem a curvatura da Doença de Peyronie?

Não. Elas podem ajudar no controle da dor durante a fase ativa, mas não reduzem a placa e não corrigem a curvatura. A geometria peniana exige uma avaliação própria e outras condutas.

Quanto tempo leva para perceber resultado?

Quando há resposta, ela costuma surgir de forma gradual. Estudos relatam sinais clínicos a partir de um a três meses após o término do protocolo. Contudo, esse prazo varia entre pacientes e o benefício pode diminuir com o tempo.

Como saber se minha disfunção erétil tem causa vascular?

A consulta avalia história clínica, fatores de risco, exames e resposta aos tratamentos anteriores. Quando necessário, o Doppler peniano complementa a investigação analisando a entrada e a saída de sangue durante a ereção.

Onde fazer tratamento com ondas de choque em Chapecó?

O tratamento é realizado em consultório, em Chapecó, Santa Catarina, com avaliação e indicação do Dr. Bruno von Mühlen, urologista e andrologista (CRM-SC 18869 | RQE 17624). O primeiro passo é a consulta, na qual definimos se existe indicação vascular para a terapia.

O próximo passo é saber em qual degrau você está

Se a ereção perdeu rigidez, se o medicamento já não responde como antes, se você passou por uma cirurgia de próstata ou se a Doença de Peyronie provoca dor, a avaliação mostra qual etapa faz mais sentido agora.

O tratamento com ondas de choque em Chapecó pode entrar no plano quando o diagnóstico sustenta a indicação. Quando não sustenta, a consulta aponta outra direção.

Eu sou o Dr. Bruno von Mühlen. Se você tem interesse sobre esse conteúdo, vamos conversar mais sobre isso.

Atendimento presencial em Chapecó e teleconsulta para pacientes de outras cidades. CRM-SC 18869 · RQE 17624.

Referências clínicas e técnicas

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educativo e não substitui a consulta médica presencial. Os resultados dos tratamentos variam conforme as características individuais de cada paciente e não podem ser garantidos. Nenhuma técnica, dispositivo ou procedimento aqui descrito deve ser adotado sem avaliação e indicação médica individualizada.

Responsável técnico: Dr. Bruno von Mühlen — CRM-SC 18869 | RQE 17624.

Tratamento com ondas de choque em Chapecó: onde a medicina regenerativa entra na recuperação da ereção

“Doutor, o remédio ainda ajuda, mas a ereção perdeu consistência.”

Dr. Bruno explica como funciona o tratamento · 3 min

Essa é uma frase comum no consultório. Em alguns casos, ela mostra que o problema não está apenas no estímulo ou na dose do medicamento. A circulação pode ter perdido parte da capacidade de levar e manter sangue dentro do tecido erétil.

Quando isso acontece, aumentar a dose por conta própria apenas adia a investigação. O passo seguinte é entender a causa e localizar o tratamento dentro de uma sequência clínica.

O tratamento com ondas de choque é uma terapia de medicina regenerativa que aplica ondas mecânicas de baixa intensidade sobre o tecido erétil. O objetivo é estimular a neovascularização, ou seja, a formação de novos vasos, melhorando a circulação dentro do pênis. Ele não produz uma ereção durante a sessão: atua sobre o meio biológico. Em Chapecó, a indicação é avaliada pelo Dr. Bruno von Mühlen, urologista e andrologista (CRM-SC 18869 | RQE 17624), em casos selecionados de disfunção erétil de origem vascular, em homens tratados de câncer de próstata e no controle da dor durante a fase ativa da Doença de Peyronie.

Contudo, cada uma dessas indicações tem objetivo e limite diferentes. Por isso, a tecnologia entra depois do diagnóstico, e não antes dele.

O que é o tratamento com ondas de choque e como ele age no tecido?

O tratamento com ondas de choque é uma terapia de medicina regenerativa que entrega ao tecido erétil uma onda mecânica de baixa intensidade. Não se trata de calor, de corrente elétrica nem de laser. É energia mecânica direcionada a pontos definidos.

Na prática, o paciente sente pressão ou pequenos impactos na área. O tratamento é praticamente indolor e ocorre sem anestesia.

Essa onda atua sobre a vascularização do pênis e promove o que chamamos tecnicamente de neovascularização. Ou seja, o estímulo favorece a formação de novos vasos e melhora a circulação de sangue no interior do tecido erétil.

E é justamente aí que está a diferença de proposta.

As ondas de choque não forçam uma ereção. Elas trabalham o terreno que sustenta a ereção.

Aplicador do PiezoWave2 posicionado sobre o equipamento durante o preparo da sessão

Qual a diferença entre as ondas de choque e o comprimido para ereção?

Em um tratamento com tadalafila, sildenafila ou terapia intracavernosa, o resultado depende do uso da medicação. Se o paciente não utiliza aquela medicação, ele não atinge aquele grau de ereção. O medicamento resolve o momento.

Na medicina regenerativa, a lógica é outra. O objetivo é restabelecer a resposta vascular e sustentar esse resultado ao longo do tempo, sem que ele fique atrelado a uma dose.

Contudo, isso não transforma a terapia em uma alternativa universal, nem em substituto automático do comprimido. As duas abordagens podem, inclusive, caminhar juntas.

Medicação oral e terapia intracavernosa comparadas ao tratamento com ondas de choque.
CritérioMedicação oral e terapia intracavernosaOndas de choque
Como ageEfeito farmacológico sob demanda, no momento do uso.Estímulo mecânico sobre a vascularização do tecido erétil.
Quando o efeito apareceNa janela de ação da medicação.De forma gradual, nas semanas seguintes ao protocolo.
Relação com o uso contínuoSem a medicação, o paciente não alcança o mesmo grau de ereção.A proposta é restabelecer e sustentar a resposta ao longo do tempo.
InvasividadeComprimido ou injeção no corpo cavernoso.Sessões no consultório, sem cortes, sem injeções e sem anestesia.
Principal limiteNão modifica a causa vascular subjacente.Não trata causa hormonal, neurológica ou psicológica isolada.
Indicação típicaPrimeira linha na maioria dos quadros de disfunção erétil.Disfunção erétil leve a moderada de origem vasculogênica, em casos selecionados.

Por que o diagnóstico vem antes da máquina?

Porque o equipamento não define a indicação. O diagnóstico define.

A disfunção erétil pode ter origem vascular, hormonal, neurológica, psicológica ou mista. Por isso, duas pessoas com o mesmo sintoma podem precisar de caminhos diferentes.

Na consulta, começo pela história clínica e sexual. Também avalio doenças, cirurgias, medicamentos, hábitos, exames e a forma como a ereção mudou ao longo do tempo. Esse conjunto mostra se há sinais de perda de fluxo sanguíneo, dificuldade de retenção do sangue ou outro fator associado.

Quando a causa vascular ainda precisa de confirmação, o Doppler peniano ajuda. O exame analisa a entrada e a saída de sangue durante a ereção e oferece dados objetivos para a escolha do tratamento.

Entenda como funciona a ultrassonografia com Doppler de pênis.

Com essas informações, consigo definir se as ondas de choque têm espaço no plano ou se outra etapa oferece mais resolutividade.

Ilustração anatômica da irrigação do pênis, avaliada na ultrassonografia com Doppler peniano

Onde as ondas de choque entram na escada de tratamento?

A disfunção erétil não tem uma única linha de chegada. Existe uma escada de tratamento, e cada degrau responde a um grau de comprometimento, a uma causa e à realidade do paciente.

  1. 01Fatores de saúdeControle de diabetes, pressão, colesterol, tabagismo, sono e outros fatores que afetam a circulação.
  2. 02Medicamentos oraisUsados com dose, horário e estímulo adequados.
  3. 03Tratamento com ondas de choqueIsolado ou combinado com medicamentos, quando existe indicação vascular.Assunto desta página
  4. 04Dispositivos a vácuo ou injeções intracavernosasEm situações específicas.
  5. 05Prótese penianaÚltima linha, quando os tratamentos conservadores já não entregam resposta suficiente.

Na prática, a escolha não depende de qual método parece mais moderno. Depende do ponto em que a função foi prejudicada e do quanto ainda é possível recuperar com invasividade mínima.

Dessa forma, evitamos dois erros: insistir tempo demais em uma terapia sem resposta ou avançar para uma intervenção maior antes da hora.

Quem pode ser candidato ao tratamento com ondas de choque?

Essa tecnologia, obviamente, não é para todos os pacientes. O cenário favorável é bem delimitado, e reconhecer esse limite é parte do tratamento.

São considerados candidatos ao tratamento com ondas de choque: (1) homens com disfunção erétil leve a moderada de origem vasculogênica, incluindo quem responde à medicação oral mas não deseja usá-la no longo prazo e quem percebeu perda de eficácia do comprimido; (2) homens submetidos a cirurgia robótica de câncer de próstata com preservação dos nervos que evoluíram com redução da potência da ereção; (3) pacientes com dor na fase ativa da Doença de Peyronie, exclusivamente para controle da dor. A seleção depende de consulta, exame físico e, quando indicado, Doppler peniano.

Cenário mais favorável

Disfunção erétil vascular, leve a moderada

Origem vasculogênica, com dois perfis típicos: quem responde à tadalafila mas não quer usá-la no longo prazo, e quem sentiu o comprimido perder potência.

Pós-operatório

Após cirurgia robótica de próstata

Com preservação dos nervos e evolução com redução da potência da ereção.

Controle da dor

Peyronie em fase ativa

Exclusivamente para a dor. Não corrige curvatura nem reduz a placa.

O tratamento serve para disfunção erétil leve a moderada de origem vascular?

Sim. Esse é o cenário mais favorável para a terapia. O que quer dizer isso, na prática? Basicamente, dois perfis de paciente:

  • O homem que está iniciando as falhas de ereção, melhora com a tadalafila, mas não gostaria de utilizar esse remédio no longo prazo.
  • O homem que já está usando medicação via oral, uma tadalafila ou uma sildenafila. Contudo, esses remédios começaram a perder potência, e ele não está mais tendo o mesmo resultado de antes.

Nesses dois grupos de pacientes, as ondas de choque se mostram efetivas e estão no guideline das recomendações internacionais de tratamento.

Ainda assim, a expectativa precisa ser calibrada. Nos estudos, a melhora média da função erétil costuma ser moderada. Portanto, não existe garantia de resposta, nem promessa de retirada de medicamentos.

Antes de indicar, verifico se o remédio foi usado da forma correta, se há fatores de saúde sem controle e se o diagnóstico vascular está bem sustentado.

Quem operou câncer de próstata pode fazer ondas de choque?

Pode, e esse é o segundo grupo com indicação bem estabelecida. Ele é formado por quem foi submetido ao tratamento do câncer de próstata. Especificamente, aqueles que fizeram uma cirurgia robótica com preservação dos nervos e que cursaram com diminuição da potência da ereção.

Nesse grupo, a onda fornece neovascularização e promove melhora de circulação. Nós sabemos que também existe um componente nervoso, um componente neurológico, nessa disfunção erétil. Contudo, nos pacientes que fizeram a cirurgia robótica, esses nervos foram muito bem preservados. Por isso, estimular a circulação tem se mostrado efetivo nesse grupo de pacientes.

Se o nervo foi poupado, faz sentido trabalhar o componente que ficou prejudicado, que é o vascular.

Se esse é o seu caso, veja também o conteúdo sobre disfunção erétil e reabilitação da função após o tratamento do câncer de próstata.

As ondas de choque ajudam na dor da Doença de Peyronie?

Ajudam no controle da dor, sim. Na Doença de Peyronie, a terapia pode ser usada para reduzir a dor durante a fase ativa. Esse é o limite clínico que precisa ficar claro desde o início.

A terapia não corrige a curvatura e não reduz a placa. Se a geometria peniana está mudando, a avaliação precisa considerar dor, rigidez, grau de deformidade, fase da doença e impacto na relação sexual.

Por outro lado, aguardar passivamente a doença estabilizar também não é conduta. A fase ativa tem janela própria de manejo, e a dor tem tratamento.

Apresentar esse limite não enfraquece a terapia. Ao contrário, protege o paciente de uma expectativa que ela não consegue cumprir.

Quando as ondas de choque não são indicadas?

Definir o que a terapia não resolve é tão importante quanto definir o que ela resolve. Em geral, ela não é o degrau indicado quando:

  • a causa predominante é hormonal, neurológica ou psicológica;
  • a disfunção erétil é grave e de longa data, com perda estrutural relevante do tecido;
  • há fatores de saúde sem controle, como diabetes descompensado ou tabagismo ativo;
  • a expectativa é de resultado imediato ou de efeito comparável ao de uma prótese;
  • o objetivo é ganho de calibre ou qualquer finalidade estética.

Nesses cenários, a escada aponta outro degrau. E apontar esse outro degrau é exatamente o papel da consulta.

Qual equipamento de ondas de choque é usado no consultório em Chapecó?

O consultório utiliza o PiezoWave2, também chamado de PW2, fabricado pela Richard Wolf, empresa alemã com longa atuação em urologia e em ondas de choque aplicadas à medicina regenerativa.

O aparelho gera ondas por princípio piezoelétrico e permite trabalhar com diferentes zonas de foco e profundidades, conforme a fonte disponível e o protocolo definido para o caso.

Contudo, o equipamento não substitui a seleção do paciente. A precisão começa na escolha da indicação, continua no ajuste dos parâmetros e termina no acompanhamento da resposta.

Durante o planejamento, defino a fonte, a profundidade, a energia e os pontos de aplicação de acordo com o diagnóstico.

Assim, o protocolo deixa de ser uma sequência pronta e passa a responder à biologia daquele paciente.

PiezoWave2 da Richard Wolf, equipamento de ondas de choque usado no consultório em Chapecó

Como é uma sessão de ondas de choque?

O tratamento acontece no consultório. Antes da primeira sessão, o diagnóstico e o plano já precisam estar definidos.

  1. 1

    A equipe posiciona o paciente e prepara a área de aplicação.

  2. 2

    Um gel de acoplamento ajuda a transmitir as ondas entre o aplicador e o tecido.

  3. 3

    O aplicador percorre os pontos previstos no protocolo.

  4. 4

    Durante a sessão, ajusto a intensidade caso surja pressão ou desconforto.

  5. 5

    Ao final, o paciente recebe as orientações daquele dia e segue o acompanhamento combinado.

Em geral, o procedimento não exige cortes, injeções ou anestesia. A maioria dos pacientes retoma a rotina logo depois. Contudo, a experiência pode variar, e qualquer desconforto deve ser comunicado.

Também não existe um número universal de sessões. Os estudos usam protocolos diferentes, e o plano depende da causa, da gravidade, da resposta e do objetivo clínico. Por isso, a quantidade e o intervalo aparecem na prescrição individual de cada paciente.

O que esperar do resultado do tratamento com ondas de choque?

O tratamento com ondas de choque busca melhorar a resposta do tecido, e não produzir uma ereção imediata durante a sessão. Quando há benefício, ele tende a aparecer de forma gradual nas semanas seguintes.

Em casos vasculares selecionados, alguns pacientes percebem mais rigidez, melhor manutenção da ereção ou maior resposta ao medicamento. No entanto, a intensidade e a duração desse ganho variam de pessoa para pessoa.

Por outro lado, a terapia não corrige causas hormonais, neurológicas ou psicológicas por conta própria. Também não substitui o controle da saúde cardiovascular e não resolve deformidades da Doença de Peyronie.

Por isso, acompanho a evolução com sintomas, resposta sexual e, quando necessário, instrumentos de avaliação. Se o ganho não for suficiente, a escada de tratamento continua. Há outros degraus, e a decisão seguinte deve respeitar o diagnóstico.

Um tratamento ganha segurança quando a expectativa acompanha a biologia.

Quem é o Dr. Bruno von Mühlen?

Sou urologista e andrologista em Chapecó, Santa Catarina, com atuação em Medicina Sexual e Reprodutiva do Homem. Minha formação inclui residência em Cirurgia Geral, especialização em Urologia e Fellowship em Andrologia pela Faculdade de Medicina do ABC.

No consultório, tecnologia e procedimento ocupam o lugar certo: entram para responder a uma pergunta clínica. Antes de propor qualquer etapa, explico a causa provável, as alternativas, os riscos, os limites e a expectativa de resultado.

Esse cuidado vale para o tratamento com ondas de choque e para toda a escada de abordagem da disfunção erétil e da Doença de Peyronie.

Conheça a formação e a atuação do Dr. Bruno von Mühlen.

CRM-SC 18869 · RQE 17624

Marcar uma consulta em Chapecó

Atendimento presencial em Chapecó e teleconsulta para pacientes de outras cidades.

Dr. Bruno von Mühlen, urologista e andrologista com atuação em Medicina Sexual e Reprodutiva do Homem

O que os pacientes dizem sobre o atendimento?

  • DIEISON FACIM29/05/2026
    Até difícil de falar com palavras, mas vou resumir em algumas, até hoje em vários consultórios que passamos foi o primeiro médico que realmente parou e pensou junto com o paciente, não apenas ouviu aplicou receita, abriu a porta e disse até mais.

    Simplesmente uma pessoa sensacional como pessoa e como médico.

    Super indico e recomendo.
  • Juliano Matz11/05/2026
    Excelente atendimento! Tanto no agendamento como na consulta e retorno. Empatia e acolhimento! Dr Bruno é um ótimo profissional, muito competente, atencioso e transmite muita segurança clareza na condução do atendimento.
  • Fernando Ternus07/05/2026
    Atendimento de excelência, Dr Bruno muito profissional,transmite muita confiança..Também deixar registrado o atendimento da Nina,muito atenciosa e disposta a deixar tudo resolvido
  • Mayara de souza05/05/2026
    Fomos muito bem atendidos, tanto na recepção quanto na consulta. Excelente, recomendo!!
  • José Fernando Clozato21/05/2026
    Excelência no atendimento e organização.
  • Francisco Matiello07/05/2026
    Excelente atendimento, tanto da parte dos colaboradores quanto do Dr. Bruno.
    Super indico
  • Adriano Czarnobai08/06/2026
    Sempre com muito prestativos e atenciosos
  • Volmir Marafon05/05/2026
    Muito bem

Avaliações publicadas por pacientes no Google, reproduzidas na íntegra. Ver todas as avaliações.

Perguntas frequentes sobre tratamento com ondas de choque

O tratamento com ondas de choque dói?

O tratamento é praticamente indolor. O paciente costuma sentir pressão ou pequenos impactos na área, e a sessão ocorre sem anestesia. Ainda assim, se houver desconforto, ajusto a intensidade durante a própria aplicação.

Quantas sessões de ondas de choque são necessárias?

Não existe um número único para todos os casos. O protocolo varia conforme o diagnóstico, a gravidade, a fonte utilizada no equipamento e a resposta do paciente. A quantidade e os intervalos são definidos no plano individual de tratamento.

As ondas de choque curam a disfunção erétil?

Não há garantia de cura. Diferente da medicação, que age enquanto está no organismo, a medicina regenerativa busca restabelecer a resposta vascular e sustentá-la ao longo do tempo. Em quadros vasculares leves a moderados e bem selecionados, a melhora costuma ser moderada e depende da causa e das condições de saúde associadas.

As ondas de choque podem ser combinadas com a medicação oral?

Podem. Em parte dos casos, a terapia é usada junto com a medicação, e não no lugar dela. Em outros, é aplicada de forma isolada. A escolha depende da causa, do grau de comprometimento e do objetivo definido na consulta.

Posso parar o remédio para ereção depois das sessões?

Essa decisão depende da resposta. Alguns pacientes percebem melhora no efeito do medicamento ou menor necessidade de uso, mas isso não acontece em todos os casos. Não interrompa nem altere a dose sem orientação médica.

O tratamento funciona quando a causa é ansiedade?

As ondas atuam sobre o componente vascular e tecidual. Quando a causa é psicológica, hormonal, neurológica ou mista, o plano precisa tratar esses fatores. Por isso, o diagnóstico vem antes da indicação.

As ondas de choque corrigem a curvatura da Doença de Peyronie?

Não. Elas podem ajudar no controle da dor durante a fase ativa, mas não reduzem a placa e não corrigem a curvatura. A geometria peniana exige uma avaliação própria e outras condutas.

Quanto tempo leva para perceber resultado?

Quando há resposta, ela costuma surgir de forma gradual. Estudos relatam sinais clínicos a partir de um a três meses após o término do protocolo. Contudo, esse prazo varia entre pacientes e o benefício pode diminuir com o tempo.

Como saber se minha disfunção erétil tem causa vascular?

A consulta avalia história clínica, fatores de risco, exames e resposta aos tratamentos anteriores. Quando necessário, o Doppler peniano complementa a investigação analisando a entrada e a saída de sangue durante a ereção.

Onde fazer tratamento com ondas de choque em Chapecó?

O tratamento é realizado em consultório, em Chapecó, Santa Catarina, com avaliação e indicação do Dr. Bruno von Mühlen, urologista e andrologista (CRM-SC 18869 | RQE 17624). O primeiro passo é a consulta, na qual definimos se existe indicação vascular para a terapia.

O próximo passo é saber em qual degrau você está

Se a ereção perdeu rigidez, se o medicamento já não responde como antes, se você passou por uma cirurgia de próstata ou se a Doença de Peyronie provoca dor, a avaliação mostra qual etapa faz mais sentido agora.

O tratamento com ondas de choque em Chapecó pode entrar no plano quando o diagnóstico sustenta a indicação. Quando não sustenta, a consulta aponta outra direção.

Eu sou o Dr. Bruno von Mühlen. Se você tem interesse sobre esse conteúdo, vamos conversar mais sobre isso.

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