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Sempre com muito prestativos e atenciososPublicado em Google![]()
DIEISON FACIM29/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Até difícil de falar com palavras, mas vou resumir em algumas, até hoje em vários consultórios que passamos foi o primeiro médico que realmente parou e pensou junto com o paciente, não apenas ouviu aplicou receita, abriu a porta e disse até mais. Simplesmente uma pessoa sensacional como pessoa e como médico. Super indico e recomendo.Publicado em Google![]()
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Excelente atendimento! Tanto no agendamento como na consulta e retorno. Empatia e acolhimento! Dr Bruno é um ótimo profissional, muito competente, atencioso e transmite muita segurança clareza na condução do atendimento.Publicado em Google![]()
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Excelente atendimento, tanto da parte dos colaboradores quanto do Dr. Bruno. Super indicoPublicado em Google![]()
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Fomos muito bem atendidos, tanto na recepção quanto na consulta. Excelente, recomendo!!














Uma dúvida muito comum no consultório, principalmente das parceiras, é esta: doutor, mas prótese peniana, o que é? Como isso funciona?
E não é difícil entender o porquê dessa dúvida. O pênis é um órgão que tem duas fases muito diferentes: a fase flácida e a fase em rigidez. Para as pessoas, é difícil imaginar um dispositivo capaz de imitar bem esses dois momentos.
A prótese peniana é um implante colocado dentro dos corpos cavernosos, que são as câmaras responsáveis pela ereção.
Ou seja, a finalidade principal da prótese é ser uma estrutura firme o suficiente para que o paciente consiga ter uma ereção e, com isso, ter um intercurso sexual normal.
É importante fazer uma distinção. A prótese peniana é o dispositivo médico implantado. O implante da prótese é o procedimento cirúrgico que coloca esse dispositivo no corpo. Trata-se, portanto, de um tratamento funcional, entregue por meio de uma cirurgia.
Dentro da lógica da escada de tratamento da disfunção erétil, a prótese peniana é a última linha terapêutica.
Contudo, é também uma das opções com maior taxa de satisfação relatada na literatura médica, quando a indicação é adequada e as expectativas estão bem alinhadas.


Este é um ponto que precisa ficar absolutamente claro: a prótese é funcional, não é estética.
Uma das buscas mais comuns no consultório é: doutor, eu quero aumentar o tamanho do meu pênis. E aqui é preciso ser direto. O que se objetiva com a prótese é retomar algo que foi perdido. Não se coloca uma prótese peniana com o objetivo de aumentar o tamanho do pênis.
Por outro lado, é possível sim haver um ganho, mas trata-se de um ganho pequeno e normalmente de uma recuperação do comprimento peniano, e não propriamente de um aumento.
Isso porque o paciente com disfunção erétil grave passou anos tendo uma ereção ineficaz. Já se sabe que quanto mais tempo o paciente fica sem ereção, menor tende a ser o comprimento do seu pênis ao longo desses meses e anos. Nesse cenário, a cirurgia pode recuperar 2 ou 3 centímetros que o paciente havia perdido.
O mesmo vale para a doença de Peyronie. Um paciente que tinha 15 centímetros e regrediu para 10 ou 11 centímetros por causa do processo da doença pode passar por uma técnica de recuperação da haste peniana associada ao implante.
Contudo, fica o alerta: é preciso atenção a promessas de cirurgias de aumento peniano, principalmente aquelas com promessas de grandes ganhos. Normalmente, esses grandes ganhos vêm acompanhados de grandes riscos.
As três principais causas que levam o paciente a necessitar de uma prótese peniana são:
Além dessas, outros cenários levam à indicação:
Por outro lado, é fundamental destacar que nem todo homem com disfunção erétil precisa de prótese.
Antes de tudo, o paciente deve percorrer a escada de tratamento e esgotar as opções clínicas, além de tratar as causas potencialmente reversíveis.
Contudo, há um ponto de atenção importante no paciente pós-prostatectomia: o tempo sem ereção faz com que ele perca comprimento peniano. Portanto, não se deve aguardar passivamente.
É fundamental agir no momento oportuno.
Existem dois modelos principais de prótese peniana no mercado, e eles divergem muito na questão de preço.
A escolha entre um e outro é discutida caso a caso, considerando saúde geral, habilidade manual, expectativas e custo.
A prótese maleável é caracterizada pela sua simplicidade. São duas hastes implantadas no interior dos corpos cavernosos, que mantêm o pênis sempre no mesmo estado.
Ou seja, o pênis fica sempre do mesmo tamanho e sempre da mesma grossura. O paciente o posiciona conforme a necessidade: dobrado para baixo no dia a dia e para cima no momento da relação sexual.
As vantagens são:

Contudo, é preciso ser honesto sobre as limitações:
Vale um esclarecimento sobre garantia. Nem todos os modelos oferecem. As próteses importadas de empresas americanas possuem garantia contra defeito do produto, com prazos longos. Já as próteses provenientes da Argentina e as nacionais, via de regra, não oferecem garantia. Esse é um critério que deve ser conversado no consultório.

A prótese inflável é, sem dúvida, o que temos de melhor no mercado, no sentido de oferecer uma excelente ereção e também oferecer o estado flácido.
É um mecanismo hidráulico, no qual há comunicação de líquidos entre os componentes. Ela é composta por:
Quando o paciente deseja ter a relação, aciona a bomba e a prótese fica rígida. Ao término, ele aciona o outro botão e a prótese perde o líquido, retornando ao estado flácido.
As vantagens são:
Contudo, as limitações precisam ser expostas com clareza:
Vale um contexto: nos Estados Unidos, a prótese inflável é o modelo predominante nos implantes. No Brasil, essa mentalidade ainda está em construção, em boa parte por causa da diferença de custo e da ausência de cobertura pelos convênios.
O Dr. Bruno sempre reforça um princípio: não existe a prótese perfeita para todos os casos. Existe o paciente mais adequado para uma prótese ou para outra.
A decisão não é apenas uma questão de custo. Os principais critérios são:
A analogia que ele costuma usar no consultório ajuda a entender: não adianta ter uma Ferrari na garagem se não é possível utilizá-la, se não há habilitação nem experiência para manuseá-la.
Essa analogia funciona muito bem para pacientes com déficit neurológico, como após um AVC. Esses pacientes podem perder o movimento de pinça da mão dominante, e esse movimento é primordial para acionar a prótese inflável. Nesse cenário, a simplicidade da maleável é o que direciona a escolha.
Por outro lado, para o paciente que mora na praia, usa sunga com frequência ou trabalha em um cenário no qual um volume maior seria embaraçoso, a menor ocultabilidade da maleável é uma contraindicação relativa que precisa ser conversada antes.
Ou seja, existem cenários para cada paciente e para cada prótese. Por isso a consulta com o especialista é primordial para a decisão correta.
A indicação da prótese peniana começa por uma avaliação completa com o andrologista.
Desse modo, a investigação envolve:
Por outro lado, é preciso dizer com clareza: a decisão pela prótese é definitiva.
Ou seja, a colocação dos cilindros provoca alterações permanentes no tecido erétil, mesmo que o dispositivo seja removido futuramente.
Por esse motivo, todo o processo de avaliação prioriza o alinhamento de expectativas e a decisão conjunta entre médico e paciente.
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Em linhas gerais, o procedimento envolve preparo rigoroso da pele e antibioticoterapia preventiva, pequena incisão na transição entre o pênis e o escroto, dilatação dos corpos cavernosos, colocação dos cilindros respeitando a anatomia individual, posicionamento da bomba e do reservatório nas próteses infláveis e testes intraoperatórios de funcionamento e simetria.
Um detalhe técnico que faz diferença: há sempre o esforço de implantar a prótese de maior diâmetro possível dentro daquilo que a anatomia do paciente permite. Isso dá um pouco mais de trabalho no ato cirúrgico, mas muda muito a satisfação do paciente no pós-operatório.
Os principais resultados esperados são:
Contudo, é fundamental moderar expectativas em alguns pontos:
Sobre a ejaculação, é preciso um esclarecimento. A prótese em si não muda a característica da ejaculação. Se o paciente ejaculava normalmente e colocou a prótese por outro motivo, ele continuará ejaculando da mesma forma. Já o paciente prostatectomizado pode não ejacular mais, mas isso decorre da retirada das glândulas que produzem o sêmen, e não do implante. O orgasmo, em ambos os cenários, está mantido.
Por outro lado, após a recuperação completa, o paciente pode levar uma vida sexual normal.

O Dr. Bruno von Mühlen é urologista e andrologista, com atuação em Chapecó (SC) e referência regional no implante de próteses penianas e no tratamento da disfunção erétil grave.
Formado em Medicina pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó em 2012, concluiu residência em Cirurgia Geral pelo Hospital Regional Dr. Homero de Miranda Gomes em 2015 e formou-se Urologista pelo Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, em 2019.
Realizou treinamento em Andrologia na Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo, onde concluiu o programa de Fellowship em Medicina Sexual e Reprodutiva do Homem.
Sua atuação reúne formação cirúrgica sólida, prática diária em microcirurgia reconstrutiva e atualização constante junto a referências internacionais, especialmente nos Estados Unidos, onde estão alguns dos principais centros de andrologia do mundo.
A recuperação segue etapas bem definidas e exige atenção redobrada nas primeiras semanas.
Os primeiros sete dias são os mais importantes. Nesse período, as orientações são:
A partir do sétimo dia, o paciente já apresenta menos dor e começa a retomar as atividades rotineiras. A progressão habitual é:

As principais complicações possíveis são:
A maior preocupação da equipe, o temor real, sempre é a possibilidade de infecção.
Isso porque, quando ocorre uma infecção, é necessário retirar a prótese do paciente para tratá-la. Depois disso, é preciso aguardar um período sem o dispositivo antes de realizar um novo implante. É um quadro dramático, felizmente raro, mas real.
Dessa forma, a prevenção envolve a equipe inteira e é trabalhada diariamente:
Sobre a rejeição, que é um temor comum: as taxas são muito, muito baixas. As próteses são desenvolvidas com materiais de alta biocompatibilidade e submetidos a milhares de testes.
No entanto, com indicação adequada, técnica cuidadosa e seguimento pós-operatório, a maioria dos pacientes apresenta evolução favorável e elevada satisfação a longo prazo.
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Excelente atendimento! Tanto no agendamento como na consulta e retorno. Empatia e acolhimento! Dr Bruno é um ótimo profissional, muito competente, atencioso e transmite muita segurança clareza na condução do atendimento.Publicado em Google![]()
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É um dispositivo implantado nos corpos cavernosos do pênis, com a finalidade de ser uma estrutura firme o suficiente para que o paciente consiga ter uma ereção e um intercurso sexual normal. É a última linha de tratamento para a disfunção erétil grave.
Sim. A colocação dos cilindros provoca alterações permanentes nos corpos cavernosos, mesmo que o dispositivo seja removido posteriormente. Por esse motivo, a indicação é discutida com bastante cuidado.
A maleável mantém o pênis sempre no mesmo estado, com o tamanho de rígido, e o paciente o posiciona conforme a necessidade. A inflável reproduz os estados flácido e rígido por meio de um mecanismo hidráulico acionado por uma bomba oculta no escroto, imitando melhor a fisiologia natural.
Não existe a prótese perfeita para todos os casos. Existe o paciente mais adequado para uma prótese ou para outra. A decisão considera habilidade manual, condições clínicas, rotina social, expectativas e custo.
Em geral, não. A prótese é funcional, não estética. O que pode ocorrer, em cenários específicos, é a recuperação de 2 a 3 centímetros de comprimento que o paciente perdeu por anos de disfunção erétil ou pela doença de Peyronie. Isso é reabilitação, não aumento.
Não. A sensibilidade não é manipulada em nenhum momento da cirurgia. A sensibilidade ao tato e no ato da penetração não muda de maneira nenhuma.
O orgasmo está mantido. A prótese em si não muda a característica da ejaculação: se o paciente ejaculava normalmente antes, continuará ejaculando. O paciente prostatectomizado pode não ejacular mais, mas por causa da doença de base, e não do implante.
Sim, quando a ejaculação está preservada. Isso acontece na prática e depende da condição que motivou o implante, não do dispositivo.
Não. A prótese é colocada nos corpos cavernosos e não tem comunicação direta com a via urinária. O paciente urina da mesma forma que urinava antes.
Depende, principalmente do modelo escolhido. A inflável é menos perceptível, porque entrega o estado flácido no dia a dia. A maleável é um pouco mais perceptível, já que o pênis fica sempre com o tamanho de rígido. Visualmente, nenhum componente das duas próteses é aparente.
A maioria dos convênios atualmente libera a prótese semirrígida sem custo para o paciente, especialmente nos casos de reabilitação após prostatectomia radical. Para a prótese inflável, ainda não há esse fluxo via convênio no Brasil. A cobertura deve ser confirmada junto à operadora.
A prótese maleável tem durabilidade muito grande e, via de regra, o paciente costuma conviver com a mesma prótese a vida toda. A inflável, por ser um mecanismo hidráulico, tem taxa de manutenção mais alta e pode necessitar de revisão entre 10 e 15 anos, caso o mecanismo apresente defeito.
A rejeição é extremamente rara. As próteses são desenvolvidas com materiais de alta biocompatibilidade. A preocupação central da equipe não é a rejeição, e sim a prevenção da infecção.
Com a prótese maleável, entre 4 e 6 semanas, dependendo muito da tolerabilidade individual. Com a inflável, em torno de 30 a 40 dias. A liberação é sempre individualizada.
Há desconforto e dor nos primeiros dias, controlados com medicação prescrita. Os primeiros sete dias exigem repouso, gelo e cuidado com o curativo. A partir daí, a dor diminui progressivamente.
Sim, e frequentemente é a única solução. O priapismo é uma ereção prolongada, com mais de quatro horas, que pode levar à destruição do músculo cavernoso. Se o paciente já não consegue mais ter ereção nem com medicação, o implante é o caminho para retomar a vida sexual.
Sim, quando há deformidade grave associada à disfunção erétil. Nesses casos, a cirurgia tem duas etapas: primeiro o tratamento da placa, que permite recuperar o comprimento que a doença encurtou, e depois o implante da prótese, no mesmo tempo cirúrgico.
Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educativo e não substitui a consulta médica presencial.
Os resultados dos tratamentos variam conforme as características individuais de cada paciente e não podem ser garantidos. Nenhuma técnica, dispositivo ou procedimento aqui descrito deve ser adotado sem avaliação e indicação médica individualizada. Valores, coberturas de convênio e prazos de garantia de dispositivos podem sofrer alteração e devem ser confirmados em consulta.
Responsável técnico: Dr. Bruno von Mühlen — CRM-SC 18869 | RQE 17624.