A investigação do homem ajuda a compreender se existe um fator masculino, quais exames realmente são necessários e como organizar os próximos passos do casal.
A investigação costuma ser iniciada após 12 meses de relações sexuais regulares sem contracepção e sem gravidez. A avaliação pode começar antes quando a parceira tem 35 anos ou mais, quando existe um fator de risco conhecido ou quando o casal já possui exames alterados.
Histórico de varicocele, criptorquidia, tratamento oncológico, vasectomia, cirurgia pélvica, uso de testosterona ou anabolizantes, alterações menstruais, baixa reserva ovariana e dificuldade sexual são exemplos de situações que podem antecipar a consulta. O homem e a mulher devem ser avaliados em paralelo.
Reúnem a história do casal, os fatores de risco, o exame genital e as perguntas que precisam ser respondidas.
É o exame inicial do sêmen, mas nenhum parâmetro isolado confirma ou exclui fertilidade.
Integra idade, tempo de tentativa, reserva ovariana, causa masculina e possibilidades de tratamento ou reprodução assistida.
A consulta ajuda a definir se já existe indicação de investigação e quais avaliações devem acontecer em paralelo.
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Adriano Czarnobai08/06/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Sempre com muito prestativos e atenciososPublicado em Google![]()
DIEISON FACIM29/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Até difícil de falar com palavras, mas vou resumir em algumas, até hoje em vários consultórios que passamos foi o primeiro médico que realmente parou e pensou junto com o paciente, não apenas ouviu aplicou receita, abriu a porta e disse até mais. Simplesmente uma pessoa sensacional como pessoa e como médico. Super indico e recomendo.Publicado em Google![]()
José Fernando Clozato21/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelência no atendimento e organização.Publicado em Google![]()
Juliano Matz11/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimento! Tanto no agendamento como na consulta e retorno. Empatia e acolhimento! Dr Bruno é um ótimo profissional, muito competente, atencioso e transmite muita segurança clareza na condução do atendimento.Publicado em Google![]()
Fernando Ternus07/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Atendimento de excelência, Dr Bruno muito profissional,transmite muita confiança..Também deixar registrado o atendimento da Nina,muito atenciosa e disposta a deixar tudo resolvidoPublicado em Google![]()
Francisco Matiello07/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimento, tanto da parte dos colaboradores quanto do Dr. Bruno. Super indicoPublicado em Google![]()
Volmir Marafon05/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Muito bemPublicado em Google![]()
Mayara de souza05/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Fomos muito bem atendidos, tanto na recepção quanto na consulta. Excelente, recomendo!!

Dr. Bruno von Mühlen é MÉDICO, CRM-SC 18869, com RQE 17624 em Urologia e atuação voltada à saúde sexual e reprodutiva masculina.
A formação médica começou na Universidade Comunitária da Região de Chapecó, com conclusão em 2012. A residência em Cirurgia Geral foi realizada no Hospital Regional Dr. Homero
de Miranda Gomes, com conclusão em 2015. A formação em Urologia ocorreu no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, com conclusão em 2019.
O treinamento em Andrologia incluiu o Fellowship em Medicina Sexual e Reprodutiva do Homem na Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo.
A consulta organiza a história reprodutiva, o exame físico, o espermograma e os exames complementares que possuem uma pergunta clínica definida. A decisão considera o casal, o tempo disponível e os possíveis caminhos reprodutivos.
As causas podem afetar a produção dos espermatozoides, sua passagem pelo trato reprodutivo ou a capacidade de ejaculação. A investigação busca diferenciar esses mecanismos, em vez de atribuir todo resultado alterado a uma única causa.


O espermograma é o exame inicial do sêmen, mas não funciona como um teste isolado de fertilidade. Ele avalia volume, número total e concentração de espermatozoides, motilidade, morfologia e outros parâmetros laboratoriais.
Os valores de referência descrevem uma população, mas não criam uma fronteira absoluta entre homens férteis e inférteis. Um resultado normal não garante gravidez, e um resultado alterado não significa impossibilidade de concepção. Quando a primeira análise está alterada, geralmente é necessário confirmar o achado em outra amostra antes de decisões importantes.
Os exames complementares dependem do exame físico, do espermograma e da história. Nem todo homem precisa de ultrassonografia, painel hormonal amplo, teste genético ou fragmentação do DNA espermático.
A dosagem de hormônio folículo-estimulante e testosterona total pode ser indicada quando existe baixa concentração ou ausência de espermatozoides, redução da libido, sinais de alteração hormonal ou outros achados clínicos. Hormônio luteinizante, prolactina e exames adicionais são selecionados conforme os resultados iniciais.
A ultrassonografia escrotal não substitui o exame físico e não precisa ser solicitada de rotina para todos. Ela pode ajudar quando o exame é limitado, existe massa, dor, assimetria, dúvida sobre o volume testicular ou necessidade de investigar uma condição específica. A ultrassonografia transretal ou a ressonância são reservadas para suspeitas selecionadas de obstrução.
O cariótipo, a pesquisa de microdeleções do cromossomo Y e a análise do gene CFTR são indicados em cenários definidos, como azoospermia e concentrações muito baixas associadas a determinados achados. O resultado pode modificar o tratamento e indicar aconselhamento genético antes da reprodução assistida.
O teste de fragmentação do DNA espermático não faz parte da avaliação inicial de todos os casais. Ele pode ser discutido em situações selecionadas, como perdas gestacionais recorrentes, falhas de reprodução assistida ou infertilidade sem explicação após a investigação convencional. O resultado não deve ser usado isoladamente para prometer um tratamento ou uma gravidez.

O tratamento depende da causa, do potencial de correção, da idade e da avaliação da parceira, do tempo de tentativa e dos objetivos do casal. Nem todo resultado alterado exige cirurgia ou medicamento.
Suplementos antioxidantes não devem ser apresentados como solução universal. A evidência sobre benefícios clínicos é limitada, e o uso precisa considerar indicação, segurança e custo.

A testosterona usada de forma externa pode reduzir ou interromper a produção de espermatozoides. Por isso, ela não deve ser prescrita como tratamento da infertilidade para homens que desejam filhos no presente ou no futuro próximo.
Quando existem sintomas e alterações hormonais, a avaliação diferencia a origem do problema. Algumas estratégias estimulam a produção hormonal do próprio organismo em situações selecionadas, mas a escolha depende do eixo hormonal, do exame físico e do objetivo reprodutivo.
O acompanhamento revisa a resposta clínica, os exames do sêmen e o planejamento reprodutivo do casal. Mudanças na produção espermática levam tempo, por isso a reavaliação costuma ocorrer ao longo de meses, conforme a intervenção realizada.
A conduta pode envolver integração com ginecologia, medicina reprodutiva, genética, endocrinologia e outras áreas. O objetivo não é melhorar apenas um número do espermograma, mas escolher um caminho compatível com a chance reprodutiva global e com o tempo disponível para o casal.

Os resultados variam conforme a causa e o tratamento. Algumas condições podem ser corrigidas; outras permitem apenas melhorar uma parte do quadro ou recuperar espermatozoides para reprodução assistida. Também existem casos em que os parâmetros não melhoram de forma relevante.
Uma melhora no espermograma não garante gravidez. A idade e a reserva ovariana, a duração da infertilidade, os fatores fem
influenciam o resultado. Não existe garantia de concepção natural, recuperação espermática ou sucesso em reprodução assistida.


Os resultados variam conforme a causa e o tratamento. Algumas condições podem ser corrigidas; outras permitem apenas melhorar uma parte do quadro ou recuperar espermatozoides para reprodução assistida. Também existem casos em que os parâmetros não melhoram de forma relevante.
Uma melhora no espermograma não garante gravidez. A idade e a reserva ovariana, a duração da infertilidade, os fatores fem
influenciam o resultado. Não existe garantia de concepção natural, recuperação espermática ou sucesso em reprodução assistida.

Em geral, após 12 meses de relações frequentes sem contracepção. No entanto, casais com mulher acima de 35 anos ou com fatores de risco conhecidos devem buscar avaliação após 6 meses.
Não. A investigação deve acontecer em paralelo, porque fatores masculinos e femininos podem coexistir e o tempo reprodutivo do casal influencia a estratégia.
Não. O exame informa parâmetros do sêmen, mas não garante fertilidade. A interpretação depende da história, do exame físico e da avaliação do casal.
Não necessariamente. O resultado precisa ser confirmado e contextualizado. A possibilidade de gravidez depende do grau da alteração, da causa e dos fatores do casal.
Não. A presença de varicocele não determina tratamento. A indicação considera exame físico, espermograma, infertilidade do casal e outros fatores clínicos.
Não em todos os casos. É necessário diferenciar obstrução de falha de produção. Alguns homens podem ter espermatozoides recuperados cirurgicamente, mas a possibilidade varia e não pode ser garantida.
Não. O teste é complementar e costuma ser reservado para situações selecionadas, como perdas recorrentes, falhas de reprodução assistida ou infertilidade sem explicação.
Não. O exame físico é parte central da avaliação. A ultrassonografia é solicitada quando existe uma dúvida clínica ou limitação do exame.
Não. A testosterona externa pode suprimir a produção espermática. Homens com desejo reprodutivo precisam de avaliação hormonal específica.
Sim. Eles podem reduzir intensamente a produção de espermatozoides. A recuperação varia conforme o produto, a dose, o tempo de uso e as características do paciente.
Não. A resposta depende da causa. Alguns tratamentos corrigem um fator específico sem normalizar todos os parâmetros.
A produção espermática ocorre em ciclos e as mudanças costumam ser avaliadas ao longo de meses. O intervalo depende do tratamento e do planejamento do casal.
Ela pode ser discutida quando o tempo reprodutivo é limitado, quando a alteração masculina é importante ou quando o tratamento da causa não oferece perspectiva adequada no prazo do casal.
Pode. Algumas alterações estão associadas a condições hormonais, genéticas, metabólicas ou testiculares, razão pela qual a avaliação não deve se limitar ao espermograma.
O atendimento presencial ocorre em Chapecó, Santa Catarina, com o Dr. Bruno von Mühlen, MÉDICO, CRM-SC 18869, Urologia, RQE 17624.
[CONFIRMAR DISPONIBILIDADE DE TELECONSULTA E NECESSIDADE DE EXAME FÍSICO PRESENCIAL].

Se o casal está tentando engravidar sem sucesso, já possui exames alterados ou apresenta fatores de risco, a consulta permite organizar a investigação e compreender os caminhos possíveis.
Informação médica e responsabilidade
Este conteúdo tem finalidade informativa e educativa. Ele não substitui uma consulta médica, o exame físico nem a análise individual dos exames. A indicação e os resultados do tratamento variam de acordo com as características de cada paciente e do casal e não podem ser garantidos.
Responsável: Dr. Bruno von Mühlen | MÉDICO | CRM-SC 18869 | Urologia | RQE 17624.