A dificuldade persistente para obter ou manter a ereção pode ter causas vasculares, metabólicas, neurológicas, hormonais, medicamentosas ou emocionais. A avaliação identifica os fatores envolvidos e organiza as opções de tratamento.
Os tratamentos incluem o controle dos fatores de risco, medicamentos orais, injeções intracavernosas, dispositivos a vácuo e prótese peniana. As ondas de choque de baixa intensidade podem ser discutidas em pacientes selecionados. A escolha depende da causa provável, da gravidade, das contraindicações, da resposta anterior e da preferência do paciente.
Controle dos fatores de risco, orientação de hábitos e tratamento das condições associadas.
Medicamentos orais, injeções intracavernosas e dispositivo a vácuo, conforme o perfil e a preferência.
Alternativa cirúrgica quando outras opções não oferecem resposta adequada ou não são apropriadas.
A consulta permite identificar os fatores envolvidos e organizar uma sequência de tratamento compatível com o seu caso.
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Adriano Czarnobai08/06/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Sempre com muito prestativos e atenciososPublicado em Google![]()
DIEISON FACIM29/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Até difícil de falar com palavras, mas vou resumir em algumas, até hoje em vários consultórios que passamos foi o primeiro médico que realmente parou e pensou junto com o paciente, não apenas ouviu aplicou receita, abriu a porta e disse até mais. Simplesmente uma pessoa sensacional como pessoa e como médico. Super indico e recomendo.Publicado em Google![]()
José Fernando Clozato21/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelência no atendimento e organização.Publicado em Google![]()
Juliano Matz11/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimento! Tanto no agendamento como na consulta e retorno. Empatia e acolhimento! Dr Bruno é um ótimo profissional, muito competente, atencioso e transmite muita segurança clareza na condução do atendimento.Publicado em Google![]()
Fernando Ternus07/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Atendimento de excelência, Dr Bruno muito profissional,transmite muita confiança..Também deixar registrado o atendimento da Nina,muito atenciosa e disposta a deixar tudo resolvidoPublicado em Google![]()
Francisco Matiello07/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimento, tanto da parte dos colaboradores quanto do Dr. Bruno. Super indicoPublicado em Google![]()
Volmir Marafon05/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Muito bemPublicado em Google![]()
Mayara de souza05/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Fomos muito bem atendidos, tanto na recepção quanto na consulta. Excelente, recomendo!!
Quer compreender o seu caso antes de escolher um tratamento?

Dr. Bruno von Mühlen é MÉDICO, CRM-SC 18869, com RQE 17624 em Urologia e atuação voltada à saúde sexual e reprodutiva masculina.
A formação médica começou na Universidade Comunitária da Região de Chapecó, com conclusão em 2012. A residência em Cirurgia Geral foi realizada no Hospital Regional Dr. Homero de Miranda Gomes, com conclusão em 2015. A formação em Urologia ocorreu no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, com conclusão em 2019.
O treinamento em Andrologia incluiu o Fellowship em Medicina Sexual e Reprodutiva do Homem na Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo.
A consulta organiza a história clínica e sexual, revisa doenças e medicamentos, avalia os exames já realizados e define quais informações ainda precisam ser esclarecidas. A decisão sobre o tratamento considera riscos, benefícios, limitações e objetivos do paciente.
Agende uma consulta com o Dr. Bruno von Mühlen em Chapecó.
A disfunção erétil é a dificuldade persistente para obter ou manter uma ereção suficiente para uma atividade sexual satisfatória. Um episódio isolado pode acontecer por cansaço, ansiedade, álcool ou outras circunstâncias. O diagnóstico considera a repetição do problema e o impacto na vida sexual.
A ereção depende da integração entre estímulo sexual, nervos, vasos sanguíneos, hormônios e fatores emocionais. Durante o estímulo, as artérias do pênis se dilatam, o sangue preenche os corpos cavernosos e o mecanismo de retenção mantém a rigidez. Alterações em qualquer etapa podem reduzir a qualidade da ereção.
Entenda se a dificuldade de ereção precisa de investigação.
Não. A frequência da disfunção erétil aumenta com a idade, mas a perda da função sexual não deve ser tratada como inevitável. O avanço da idade costuma vir acompanhado de maior exposição a diabetes, hipertensão, alterações do colesterol, doenças cardiovasculares, medicamentos e mudanças hormonais, que podem interferir na ereção.
A avaliação procura identificar quais desses fatores estão presentes. A idade entra no contexto, mas não explica todo o quadro nem define sozinha o tratamento.
A ereção piorou com o passar dos anos? Avalie as causas antes de escolher o tratamento.
Pode. A disfunção erétil compartilha fatores de risco com as doenças cardiovasculares e pode aparecer antes de outros sintomas em alguns homens, especialmente nos quadros de origem vascular.
Isso não significa que todo homem com dificuldade de ereção terá um infarto ou um acidente vascular cerebral. Significa que a consulta não deve se limitar a prescrever um medicamento. A pressão arterial, o diabetes, o colesterol, o tabagismo, o peso, a atividade física e o risco cardiovascular precisam ser considerados.
Leve a mudança na ereção para uma avaliação clínica completa.
A disfunção erétil pode resultar de fatores vasculares, metabólicos, neurológicos, hormonais, medicamentosos e emocionais. Em muitos pacientes, mais de um mecanismo participa do quadro.
Diabetes, hipertensão arterial, alterações do colesterol, obesidade, tabagismo, sedentarismo e doenças cardiovasculares podem reduzir o fluxo sanguíneo ou prejudicar a retenção do sangue no pênis.
Lesões dos nervos, doenças neurológicas, diabetes e cirurgias pélvicas, como a prostatectomia radical, podem interferir no comando necessário para a ereção.
A deficiência de testosterona pode afetar o desejo sexual e contribuir para a disfunção erétil em alguns homens. Alterações da prolactina e da tireoide também podem participar. A reposição de testosterona exige sintomas compatíveis e confirmação laboratorial; ela não é um tratamento universal para a dificuldade de ereção.
Ansiedade de desempenho, estresse, depressão e dificuldades do relacionamento podem causar ou agravar a disfunção erétil. A presença de um componente emocional não elimina a necessidade de avaliar fatores físicos.
Alguns anti-hipertensivos, antidepressivos, antipsicóticos, medicamentos hormonais e outras substâncias podem interferir na função sexual. Nenhum medicamento deve ser suspenso por conta própria. A revisão deve ser feita com o profissional responsável pela prescrição.
Identificar a causa muda a escolha do tratamento.
O diagnóstico começa por uma história médica e sexual detalhada, um exame físico direcionado e exames laboratoriais selecionados. Questionários validados também podem ajudar a medir a gravidade e acompanhar a resposta ao tratamento.
Compreensão do início, da frequência e da intensidade da dificuldade de ereção.
Avaliação do desejo, das ereções matinais, da ejaculação, do orgasmo e de outros sintomas sexuais.
Revisão de diabetes, pressão arterial, colesterol, doenças cardiovasculares, cirurgias, medicamentos, hábitos e fatores emocionais.
Exame físico direcionado, incluindo avaliação genital e sinais de alterações hormonais, vasculares ou neurológicas.
Exames laboratoriais conforme o contexto, especialmente glicemia, perfil lipídico e testosterona total.
Exames específicos apenas quando a história e o exame físico indicam uma pergunta clínica que precisa ser respondida.
O objetivo não é solicitar todos os exames disponíveis. É reunir informações suficientes para entender o mecanismo provável, avaliar a segurança da atividade sexual e discutir opções compatíveis com o paciente.
Leve seus exames para uma avaliação individualizada.
Os exames dependem da história clínica e dos achados da consulta. Glicemia ou hemoglobina glicada, perfil lipídico e testosterona total fazem parte da avaliação de muitos pacientes. Outros exames hormonais, metabólicos ou gerais podem ser solicitados quando existe indicação clínica.
A ultrassonografia peniana com Doppler avalia a resposta do fluxo sanguíneo após a indução farmacológica da ereção. O exame não é obrigatório para todos. Ele pode ser útil quando é necessário investigar uma causa vascular, esclarecer uma resposta incomum aos tratamentos ou planejar determinados procedimentos.
O laudo deve ser interpretado junto com a história, o exame físico e a resposta clínica. Um número isolado não define toda a conduta.
Descubra quais exames realmente ajudam a responder às dúvidas do seu caso.
A escolha não precisa seguir uma sequência rígida e igual para todos. As opções são discutidas conforme a invasividade, a eficácia esperada, os riscos, as contraindicações, o custo, a facilidade de uso e a preferência do paciente.
A lógica da escada de tratamento ajuda a explicar os caminhos, mas a decisão é compartilhada. Um paciente bem informado pode preferir uma opção não cirúrgica, enquanto outro pode discutir uma prótese depois de falhas anteriores ou quando as alternativas não são adequadas.
Avalie riscos, benefícios e preferências antes de escolher o próximo passo.
O controle dos fatores de risco deve começar antes ou ao mesmo tempo que o tratamento da ereção. Atividade física, redução do tabagismo, controle do peso, alimentação equilibrada, sono adequado e acompanhamento das doenças metabólicas e cardiovasculares podem beneficiar a saúde geral e sexual.
Essas medidas não substituem automaticamente medicamentos ou procedimentos quando existe indicação. Elas tratam fatores que podem agravar o problema e também influenciar a resposta às demais opções.
Organize o tratamento da ereção junto com o cuidado da saúde global.
Os inibidores da fosfodiesterase tipo 5, como sildenafila e tadalafila, são opções de primeira linha para muitos pacientes. Eles ampliam a resposta vascular ao estímulo sexual, mas não produzem desejo nem ereção automática.
A resposta depende do uso correto, da dose, do tempo de ação, da alimentação em alguns medicamentos e da presença de estímulo sexual. Antes de considerar falha, é necessário revisar como o medicamento foi utilizado.
Esses medicamentos não devem ser combinados com nitratos usados para angina, porque a associação pode provocar queda importante da pressão arterial. Outras condições cardiovasculares e interações também precisam ser avaliadas.
O medicamento não funcionou como esperado? Revise o uso e as alternativas com orientação médica.
A injeção intracavernosa aplica uma pequena quantidade de medicamento vasoativo diretamente nos corpos cavernosos. Ela pode ser considerada quando o medicamento oral não produz uma ereção funcional, não pode ser utilizado ou não corresponde à preferência do paciente.
O treinamento de aplicação e a definição da dose são indispensáveis. Dor, hematoma, fibrose e ereção prolongada estão entre os riscos possíveis. Uma ereção que permanece por quatro horas ou mais exige atendimento de urgência.
Converse sobre a técnica, a dose e os cuidados antes de utilizar a terapia intracavernosa.
O dispositivo cria pressão negativa ao redor do pênis e atrai sangue para os corpos cavernosos. Um anel constritor pode ser colocado na base para ajudar a manter a rigidez durante a relação.
É uma opção não invasiva e sem medicamento sistêmico. Desconforto, equimoses, sensação de frio e dificuldade de adaptação podem ocorrer. O anel não deve permanecer além do tempo orientado pelo médico.
Avalie se uma opção não invasiva e sem medicamento sistêmico faz sentido para você.
As ondas de choque de baixa intensidade podem ser consideradas em pacientes selecionados com disfunção erétil vasculogênica leve. A resposta não é igual para todos e os protocolos ainda variam entre equipamentos e serviços.
O tratamento não deve ser apresentado como regeneração garantida nem como substituto universal das opções estabelecidas. Quadros graves, causas neurológicas importantes e falha avançada do mecanismo erétil podem exigir outras estratégias.
Entenda se o seu perfil corresponde às situações em que essa terapia pode ser discutida.
A prótese peniana pode ser considerada quando outras opções não oferecem uma ereção funcional, não são toleradas, são contraindicadas ou não correspondem à preferência informada do paciente. Também pode fazer parte do tratamento de situações específicas, como disfunção erétil associada à Doença de Peyronie.
Existem modelos maleáveis e infláveis. A escolha considera destreza manual, anatomia, expectativas, possibilidade de ocultação, custo, risco de falha mecânica e características do procedimento.
O implante altera de forma permanente o tecido erétil. Infecção, sangramento, dor, erosão, lesão de estruturas, falha mecânica e necessidade de revisão estão entre os riscos que precisam ser discutidos. A prótese busca oferecer rigidez para a relação sexual; não é um procedimento para aumento estético do pênis e não garante um resultado específico.
Converse sobre indicação, modelos, riscos e limitações antes de decidir pela cirurgia.
O objetivo é obter uma ereção funcional compatível com a vida sexual do paciente. A resposta varia conforme a causa, a gravidade, a saúde geral, o uso correto da terapia, as expectativas e a participação do paciente no acompanhamento.
Um tratamento pode corrigir um mecanismo específico sem eliminar outros fatores. O controle do diabetes, das doenças cardiovasculares, dos fatores emocionais e dos efeitos de medicamentos pode continuar necessário mesmo quando a ereção melhora.
Não existe garantia de resultado. Ajustes de dose, mudança de estratégia, treinamento e acompanhamento podem ser necessários antes de concluir se uma opção funcionou.
Discuta resultados possíveis e limitações com base nas características do seu caso.
Compreensão da queixa, dos sintomas, do início do problema e dos objetivos do paciente.
Revisão dos exames já realizados e dos medicamentos em uso.
Avaliação dos fatores cardiovasculares, metabólicos, hormonais, neurológicos e emocionais.
Exame físico direcionado, quando aplicável.
Identificação dos exames que realmente precisam ser complementados.
Explicação das opções de acompanhamento e tratamento.
Discussão de riscos, benefícios, limitações e preferências.
Definição compartilhada dos próximos passos.
Agende uma consulta para compreender a causa provável e discutir as opções de tratamento sem promessas ou decisões apressadas.
Sim. Existem opções clínicas, medicamentosas, mecânicas e cirúrgicas. A escolha depende da causa, da gravidade, das contraindicações, das tentativas anteriores e da preferência do paciente.
Depende da causa. Alguns fatores reversíveis podem ser corrigidos. Em outros casos, a função erétil é controlada com tratamento contínuo. Por isso, não é adequado prometer cura antes da avaliação.
Sim. Fatores emocionais são frequentes nessa faixa etária, mas causas vasculares, hormonais, medicamentosas e neurológicas também podem ocorrer.
Pode. A condição compartilha fatores de risco com as doenças cardiovasculares e pode justificar uma avaliação global, especialmente quando há suspeita de origem vascular.
Não. O tratamento pode incluir controle das causas associadas, terapia psicosexual, dispositivo a vácuo, injeções ou cirurgia. A decisão é individual.
Os inibidores da fosfodiesterase tipo 5 não causam dependência química. Contudo, o uso sem avaliação pode atrasar o diagnóstico, expor o paciente a interações e criar expectativas inadequadas.
Apenas em situações selecionadas. A reposição exige sintomas compatíveis e deficiência confirmada. Em homens com testosterona normal, ela não é um tratamento universal para a ereção.
Sim. O diabetes pode afetar vasos e nervos. O controle glicêmico faz parte do tratamento, mas alguns pacientes também precisam de terapias específicas para a ereção.
Pode causar desconforto, mas a agulha é fina e a técnica adequada reduz o incômodo. A segurança depende de treinamento, dose correta e orientação sobre ereção prolongada.
Não. Elas podem ser discutidas em pacientes selecionados, principalmente em alguns quadros vasculogênicos leves. A resposta varia e outros mecanismos podem exigir tratamentos diferentes.
O objetivo do implante é oferecer rigidez. A sensibilidade e o orgasmo dependem dos nervos e de outros fatores, e podem estar preservados quando não foram comprometidos pela doença ou pelo tratamento anterior. A avaliação individual é necessária.
Não é esse o objetivo. A prótese é um tratamento funcional para rigidez e não deve ser apresentada como procedimento de aumento estético.
Sim. Cirurgia e radioterapia podem comprometer a função erétil. O risco e a recuperação variam conforme o tratamento, a função anterior, a idade, as condições clínicas e a preservação das estruturas.
Pode. Doenças crônicas, novos medicamentos, mudanças emocionais e progressão vascular podem alterar a resposta ao longo do tempo. O acompanhamento permite rever a estratégia.
Ainda tem dúvidas? Agende uma avaliação individualizada.
O atendimento presencial ocorre em Chapecó, Santa Catarina, com o Dr. Bruno von Mühlen, MÉDICO, CRM-SC 18869, Urologia, RQE 17624.
Agende uma consulta para avaliação da disfunção erétil em Chapecó.
Se a dificuldade para obter ou manter a ereção se tornou persistente, a consulta permite compreender os fatores envolvidos, revisar a segurança dos tratamentos e definir uma estratégia compatível com o seu caso.
A equipe poderá orientar o agendamento e as informações práticas da consulta.

Este conteúdo tem finalidade informativa e educativa. Ele não substitui uma consulta médica, o exame físico nem a análise individual dos exames. A indicação e os resultados do tratamento variam de acordo com as características de cada paciente e não podem ser garantidos.
Responsável: Dr. Bruno von Mühlen | MÉDICO | CRM-SC 18869 | Urologia | RQE 17624.