A reversão pode restabelecer a passagem dos espermatozoides em parte dos casos. A decisão precisa considerar o tempo desde a vasectomia, a avaliação reprodutiva do casal e a comparação com a reprodução assistida.
Reversão ou reprodução assistida: quais fatores orientam a decisão?
A avaliação é indicada quando existe desejo atual de ter filhos depois da vasectomia, independentemente de a mudança ocorrer no mesmo relacionamento ou em uma nova configuração familiar. Não existe um único prazo que determine, sozinho, se a reversão é ou não possível.
O intervalo desde a vasectomia influencia o prognóstico e a chance de ser necessária uma reconstrução mais complexa. Entretanto, a decisão também depende da idade e da saúde reprodutiva da parceira, do número de filhos desejados, do tempo disponível para tentar uma gestação e das preferências do casal.
O objetivo é uma gravidez. Por isso, a saúde reprodutiva de ambos influencia a escolha.
A vasovasostomia ou a vasoepididimostomia pode ser necessária em cada lado, conforme os achados.
Patência e gravidez são resultados diferentes. Espermogramas seriados acompanham a reconstrução.
A consulta ajuda a comparar a reversão microcirúrgica e a reprodução assistida dentro do contexto do casal.
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Adriano Czarnobai08/06/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Sempre com muito prestativos e atenciososPublicado em Google![]()
DIEISON FACIM29/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Até difícil de falar com palavras, mas vou resumir em algumas, até hoje em vários consultórios que passamos foi o primeiro médico que realmente parou e pensou junto com o paciente, não apenas ouviu aplicou receita, abriu a porta e disse até mais. Simplesmente uma pessoa sensacional como pessoa e como médico. Super indico e recomendo.Publicado em Google![]()
José Fernando Clozato21/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelência no atendimento e organização.Publicado em Google![]()
Juliano Matz11/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimento! Tanto no agendamento como na consulta e retorno. Empatia e acolhimento! Dr Bruno é um ótimo profissional, muito competente, atencioso e transmite muita segurança clareza na condução do atendimento.Publicado em Google![]()
Fernando Ternus07/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Atendimento de excelência, Dr Bruno muito profissional,transmite muita confiança..Também deixar registrado o atendimento da Nina,muito atenciosa e disposta a deixar tudo resolvidoPublicado em Google![]()
Francisco Matiello07/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimento, tanto da parte dos colaboradores quanto do Dr. Bruno. Super indicoPublicado em Google![]()
Volmir Marafon05/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Muito bemPublicado em Google![]()
Mayara de souza05/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Fomos muito bem atendidos, tanto na recepção quanto na consulta. Excelente, recomendo!!

Dr. Bruno von Mühlen é MÉDICO, CRM-SC 18869, com RQE 17624 em Urologia e atuação voltada à saúde sexual e reprodutiva masculina.
A formação médica começou na Universidade Comunitária da Região de Chapecó, com conclusão em 2012. A residência em Cirurgia Geral foi realizada no Hospital Regional Dr. Homero de Miranda Gomes, com conclusão em 2015. A formação em Urologia ocorreu no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, com conclusão em 2019.
O treinamento em Andrologia incluiu o Fellowship em Medicina Sexual e Reprodutiva do Homem na Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo. A formação cirúrgica e o treinamento em medicina reprodutiva masculina sustentam a atuação relacionada à avaliação e à microcirurgia de reversão de vasectomia.
A avaliação organiza os fatores masculinos e do casal, compara as opções e apresenta riscos, benefícios e limitações antes da decisão compartilhada.
Agende uma consulta para conversar sobre reversão de vasectomia em Chapecó.
A reversão de vasectomia é uma reconstrução microcirúrgica que busca restabelecer a passagem dos espermatozoides pelo sistema reprodutivo. A cirurgia reconecta o ducto deferente ou cria uma conexão entre o ducto e o epidídimo, conforme a obstrução encontrada.
O retorno de espermatozoides ao ejaculado é chamado de patência. A patência não significa automaticamente gravidez, porque a concepção também depende da quantidade e da qualidade dos espermatozoides, da saúde reprodutiva da parceira, da frequência das relações e de outros fatores do casal.

A patência é a presença de espermatozoides no sêmen depois da reconstrução. Ela é acompanhada por espermogramas seriados e pode ocorrer em momentos diferentes conforme a técnica e a cicatrização.
A gravidez é o resultado reprodutivo do casal. Mesmo quando a patência é alcançada, a gestação pode não ocorrer por fatores masculinos, femininos ou combinados. Por isso, percentuais isolados não devem ser usados para prometer o resultado individual.
A avaliação começa pela história da vasectomia e pelo projeto reprodutivo do casal. Um laudo ou o tempo transcorrido não definem a conduta isoladamente.
Compreensão do desejo de gravidez e do número de filhos planejados.
Revisão da data e da técnica da vasectomia, quando essas informações estão disponíveis.
História clínica, reprodutiva, sexual e cirúrgica.
Exame físico dos testículos, epidídimos e ductos deferentes.
Avaliação de medicamentos e condições que possam afetar a fertilidade ou a cirurgia.
Avaliação reprodutiva da parceira em paralelo.
Discussão sobre reversão, recuperação espermática e reprodução assistida.
Alinhamento de custos, tempo, riscos, benefícios, limitações e preferências.
Exames hormonais ou de imagem podem ser solicitados quando respondem a uma dúvida clínica. Antes da cirurgia, nem sempre existe espermograma útil, porque a vasectomia costuma causar azoospermia obstrutiva.
O tempo desde a vasectomia muda a decisão?
A reconstrução microcirúrgica, a recuperação cirúrgica de espermatozoides e a reprodução assistida são opções viáveis depois da vasectomia. Nenhuma estratégia é a melhor para todos os casais.
A reversão pode ser considerada quando o casal deseja tentar uma gravidez por relações sexuais, especialmente quando existe potencial reprodutivo feminino compatível e interesse em mais de uma gestação. O intervalo desde a vasectomia e a possibilidade de uma reconstrução epididimária também entram na avaliação.
A obtenção de espermatozoides do epidídimo ou do testículo, combinada com fertilização in vitro e injeção intracitoplasmática de espermatozoides, pode ser considerada quando o tempo reprodutivo é mais limitado, quando existem fatores femininos relevantes ou quando o casal prefere reprodução assistida.
Em casos selecionados, a reconstrução pode ser associada à recuperação e à criopreservação de espermatozoides. Essa decisão depende da estrutura disponível, dos achados e do planejamento do casal.

A cirurgia é realizada sob anestesia e utiliza ampliação microscópica, instrumental específico e fios muito finos. As extremidades dos ductos são identificadas e preparadas para uma reconstrução sem tensão e com alinhamento das camadas.
O fluido do lado testicular é avaliado durante o procedimento. Os achados, a anatomia e a qualidade do segmento disponível ajudam a definir a técnica necessária em cada lado. É possível que uma técnica seja utilizada de um lado e outra técnica do lado oposto.
O ambiente, a anestesia, a duração e a necessidade de permanência são definidos conforme o caso e a estrutura. Não devem ser apresentados como idênticos para todos os pacientes.
A vasovasostomia reconecta diretamente as duas extremidades do ducto deferente. É considerada quando os achados indicam que o caminho entre o testículo e o ponto da reconstrução está adequado para essa conexão.
A vasoepididimostomia conecta o ducto deferente a um túbulo do epidídimo e pode ser necessária quando existe uma obstrução epididimária secundária. Essa técnica exige uma reconstrução de estruturas ainda menores.
A decisão final pode ocorrer durante a cirurgia e precisa ser possível para cada lado. Prometer previamente apenas uma técnica pode não refletir o que será encontrado.
Reversão ou reprodução assistida?
O ducto deferente e os túbulos epididimários possuem dimensões pequenas. A ampliação melhora a visualização do lúmen, das camadas e dos pontos, auxiliando uma aproximação precisa e com menor trauma aos tecidos.
O microscópio é uma ferramenta da técnica, mas não garante patência ou gravidez. O resultado também depende da biologia da cicatrização, da extensão da obstrução e dos fatores reprodutivos do casal.
O prognóstico não depende de um único número. O intervalo desde a vasectomia é relevante, mas precisa ser interpretado com outros fatores.
A avaliação utiliza esse conjunto para estimar cenários e comparar alternativas. Não existe garantia de patência, qualidade seminal, gravidez ou nascimento.
A reversão é uma cirurgia e pode apresentar dor, edema, hematoma, sangramento, infecção, alteração de sensibilidade, granuloma, cicatriz, dor escrotal persistente e complicações anestésicas.
Também existe risco de não ocorrer patência, de os parâmetros do sêmen permanecerem insuficientes, de ocorrer reobstrução ou de a gravidez não acontecer. Uma nova cirurgia ou reprodução assistida pode ser considerada em situações selecionadas, sem garantia de resultado.
A recuperação depende da técnica, da anestesia, do trabalho e da evolução individual. As orientações podem incluir suporte escrotal, cuidados com a incisão, medicações, repouso relativo e restrição temporária de esforço e atividade sexual.
O retorno ao trabalho, aos exercícios e às relações deve seguir a liberação da equipe. Dor intensa, aumento progressivo do inchaço, febre, secreção ou sangramento persistente justificam contato.
O acompanhamento utiliza espermogramas seriados para identificar patência, acompanhar a concentração e a motilidade e observar uma possível reobstrução. O calendário é individualizado e o resultado não deve ser avaliado por um único exame isolado.
A reversão pode restabelecer espermatozoides no ejaculado e permitir tentativas de gravidez natural em pacientes selecionados. O momento do retorno e a qualidade seminal variam conforme a reconstrução e a evolução.
Os resultados variam entre pacientes e casais. A cirurgia não garante patência, parâmetros seminais normais, gravidez, nascimento ou dispensa de reprodução assistida. A avaliação acompanha o objetivo técnico e o projeto reprodutivo ao longo do tempo.
Compreensão da mudança no planejamento familiar.
Revisão da vasectomia e do intervalo obstrutivo.
História clínica e exame físico direcionado.
Avaliação reprodutiva da parceira ou encaminhamento em paralelo.
Comparação entre reconstrução e reprodução assistida.
Explicação de vasovasostomia e vasoepididimostomia.
Discussão de riscos, limitações, custos e tempo reprodutivo.
Definição dos exames realmente necessários.
Alinhamento de expectativas sobre patência e gravidez.
Definição compartilhada dos próximos passos.
Agende uma avaliação para comparar a reversão e as alternativas reprodutivas.
Não existe um limite absoluto. O intervalo desde a vasectomia influencia o prognóstico e a chance de reconstrução epididimária, mas não define sozinho a possibilidade.
Não. A patência pode ocorrer em parte dos casos, mas não pode ser garantida.
Não. Patência é o retorno de espermatozoides ao sêmen. A gravidez depende de outros fatores masculinos, femininos e do casal.
Sim. O objetivo é uma gestação, por isso a avaliação reprodutiva da parceira ajuda a comparar reversão e reprodução assistida.
A vasovasostomia reconecta o ducto deferente. A vasoepididimostomia conecta o ducto ao epidídimo quando existe uma obstrução secundária.
Nem sempre. A história ajuda no planejamento, mas os achados de cada lado podem definir a técnica durante o procedimento.
A reconstrução atua sobre o transporte dos espermatozoides e não interrompe diretamente os mecanismos da ereção ou da produção hormonal.
O tempo varia conforme a anatomia, a técnica necessária em cada lado e o planejamento anestésico.
A permanência depende da anestesia, da evolução e da estrutura onde o procedimento é realizado.
O retorno depende da atividade profissional e da recuperação. Trabalhos com esforço podem exigir mais tempo.
O momento varia conforme a técnica e a cicatrização. Espermogramas seriados acompanham a evolução.
Pode ocorrer reobstrução. Por isso, o acompanhamento não termina no primeiro exame com espermatozoides.
Pode ser considerado em casos selecionados quando existe estrutura para recuperação e criopreservação.
Uma nova reconstrução ou a recuperação de espermatozoides com reprodução assistida pode ser discutida conforme o caso.
Pode ser considerada em situações selecionadas, mas a avaliação da dor precisa excluir outras causas e não existe garantia de melhora.
O atendimento presencial ocorre em Chapecó, Santa Catarina, com o Dr. Bruno von Mühlen, MÉDICO, CRM-SC 18869, Urologia, RQE 17624.
Se o planejamento familiar mudou depois da vasectomia, a consulta permite avaliar o casal, comparar reconstrução e reprodução assistida e compreender quais resultados podem ser acompanhados.
A equipe poderá orientar o agendamento e as informações práticas.

Este conteúdo tem finalidade informativa e educativa. Ele não substitui uma consulta médica, o exame físico nem a análise individual dos exames. A indicação e os resultados do tratamento variam de acordo com as características de cada paciente e não podem ser garantidos.
Responsável: Dr. Bruno von Mühlen | MÉDICO | CRM-SC 18869 | Urologia | RQE 17624.