Curvatura adquirida, dor, perda de comprimento ou calibre e dificuldade na relação sexual precisam ser avaliadas dentro da fase da doença, da geometria peniana e da qualidade da ereção.
Uma curvatura que surgiu na vida adulta, dor durante a ereção, placa ou nódulo palpável, perda de comprimento ou calibre, deformidade em ampulheta, instabilidade durante a penetração ou piora da ereção justificam avaliação. Não é necessário esperar a doença estabilizar para procurar atendimento.
Procurar avaliação cedo permite documentar a evolução, diferenciar a doença de outras causas e discutir medidas compatíveis com a fase atual. Isso não significa que todo tratamento interromperá a progressão nem que toda alteração exigirá cirurgia.
Dor ou mudança recente da deformidade indicam que a doença ainda pode estar evoluindo.
A deformidade permanece sem mudança relevante e a dor costuma ter desaparecido.
A rigidez, a resposta aos medicamentos e a possibilidade de relação orientam a escolha terapêutica.
A consulta ajuda a documentar a deformidade, avaliar a função erétil e compreender a fase da doença.
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Adriano Czarnobai08/06/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Sempre com muito prestativos e atenciososPublicado em Google![]()
DIEISON FACIM29/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Até difícil de falar com palavras, mas vou resumir em algumas, até hoje em vários consultórios que passamos foi o primeiro médico que realmente parou e pensou junto com o paciente, não apenas ouviu aplicou receita, abriu a porta e disse até mais. Simplesmente uma pessoa sensacional como pessoa e como médico. Super indico e recomendo.Publicado em Google![]()
José Fernando Clozato21/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelência no atendimento e organização.Publicado em Google![]()
Juliano Matz11/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimento! Tanto no agendamento como na consulta e retorno. Empatia e acolhimento! Dr Bruno é um ótimo profissional, muito competente, atencioso e transmite muita segurança clareza na condução do atendimento.Publicado em Google![]()
Fernando Ternus07/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Atendimento de excelência, Dr Bruno muito profissional,transmite muita confiança..Também deixar registrado o atendimento da Nina,muito atenciosa e disposta a deixar tudo resolvidoPublicado em Google![]()
Francisco Matiello07/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimento, tanto da parte dos colaboradores quanto do Dr. Bruno. Super indicoPublicado em Google![]()
Volmir Marafon05/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Muito bemPublicado em Google![]()
Mayara de souza05/05/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Fomos muito bem atendidos, tanto na recepção quanto na consulta. Excelente, recomendo!!
Quer compreender quais fatores realmente precisam ser avaliados?

Dr. Bruno von Mühlen é MÉDICO, CRM-SC 18869, com RQE 17624 em Urologia e atuação voltada à saúde sexual e reprodutiva masculina.
A formação médica começou na Universidade Comunitária da Região de Chapecó, com conclusão em 2012. A residência em Cirurgia Geral foi realizada no Hospital Regional Dr. Homero de Miranda Gomes, com conclusão em 2015. A formação em Urologia ocorreu no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, com conclusão em 2019.
O treinamento em Andrologia incluiu o Fellowship em Medicina Sexual e Reprodutiva do Homem na Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo.
A consulta organiza a história, a fase da doença, a geometria peniana, a função erétil e o impacto sobre a relação sexual. A decisão é compartilhada depois da discussão de riscos, benefícios, limitações e expectativas.
Agende uma avaliação da doença de Peyronie em Chapecó.
A doença de Peyronie é uma alteração adquirida da túnica albugínea, camada que envolve os corpos cavernosos. A formação de uma placa fibrótica reduz a elasticidade de uma região e faz com que o pênis se expanda de maneira desigual durante a ereção.
O resultado pode ser curvatura, encurtamento, perda de calibre, indentação, deformidade em ampulheta, efeito de dobradiça ou combinações dessas alterações. A doença não é câncer e não é contagiosa, mas pode comprometer a penetração, a rigidez e o bem-estar emocional.
Entenda qual deformidade está presente e como ela afeta a função.
A manifestação varia entre pacientes e pode mudar ao longo do tempo. A curvatura é o sinal mais conhecido, mas não é o único elemento relevante.
Dor súbita após trauma, estalo, perda imediata da ereção, hematoma ou inchaço importante pode indicar fratura peniana e exige avaliação de urgência.
Investigue a alteração antes de escolher qualquer tratamento.
A causa exata não é completamente esclarecida. A hipótese mais aceita envolve uma cicatrização anormal após microtraumas ou trauma peniano em homens suscetíveis. A placa fibrótica é resultado desse processo de reparo, mas muitos pacientes não recordam um evento específico.
Doença de Dupuytren, diabetes, tabagismo e alguns fatores vasculares aparecem associados à condição, porém nenhum deles confirma o diagnóstico isoladamente. A doença de Peyronie adquirida também precisa ser diferenciada da curvatura congênita, presente desde o início da vida sexual.
Compreenda se a curvatura é adquirida e quais fatores precisam ser avaliados.
Na fase ativa, existe dor e/ou mudança recente da curvatura, do comprimento ou de outra deformidade. A duração varia e não deve ser definida apenas por um prazo fixo. O acompanhamento documenta se a doença continua mudando.
Na fase estável, a dor costuma ter desaparecido e a deformidade permanece sem mudança clinicamente relevante por um período. Essa estabilidade é importante para considerar cirurgia, porque operar uma deformidade ainda em evolução aumenta a incerteza sobre o resultado.
Identifique a fase antes de definir o tratamento.
Pode. A disfunção erétil pode preceder a doença, aparecer junto dela ou resultar da combinação entre fatores vasculares, deformidade, dor e ansiedade. Também existe diferença entre obter rigidez e manter uma ereção funcional apesar da geometria alterada.
A avaliação considera a qualidade da ereção sem medicamentos, a resposta a tratamentos, a capacidade de penetração e os fatores clínicos associados. Essa informação influencia especialmente a escolha entre plicatura, cirurgia com enxerto e implante de prótese peniana.
Avalie a função erétil junto com a deformidade.
O diagnóstico é clínico e começa pela história e pelo exame físico. A deformidade precisa ser documentada durante uma ereção, porque o pênis flácido não mostra adequadamente a curvatura, a indentação ou a instabilidade.
Compreensão do início, da dor, da evolução e do impacto sobre a vida sexual.
Exame físico do pênis flácido e palpação das placas.
Medição do comprimento peniano estirado quando pertinente.
Registro objetivo da ereção por fotografias padronizadas, teste com dispositivo a vácuo ou ereção induzida em ambiente clínico.
Medição da curvatura e identificação de deformidades complexas.
Avaliação da função erétil e da resposta aos medicamentos.
Ultrassonografia com Doppler quando é necessário avaliar a hemodinâmica peniana ou esclarecer uma dúvida específica.
A ultrassonografia não é obrigatória para todos e a medida da placa no ultrassom pode variar conforme o operador. O exame complementa, mas não substitui, a documentação da deformidade e da função.
Leve imagens e exames anteriores para organizar a avaliação.
O tratamento conservador é utilizado principalmente na fase ativa, quando a cirurgia ainda não é apropriada, ou quando o paciente não deseja ou não pode realizar uma operação. O objetivo varia conforme a estratégia e nenhuma opção deve ser apresentada como capaz de desfazer completamente a placa em todos os casos.
Os anti-inflamatórios podem ser utilizados para controlar a dor na fase ativa quando são seguros para o paciente. Medicamentos orais não possuem evidência consistente para corrigir a curvatura, e antioxidantes ou suplementos não devem ser apresentados como tratamento universal.
Dispositivos de tração podem reduzir a curvatura ou auxiliar na preservação ou recuperação de comprimento em alguns pacientes. Os estudos apresentam limitações, e o resultado depende da indicação, do dispositivo, do protocolo e da adesão.
A aplicação de medicamentos diretamente na placa pode ser considerada em perfis específicos. A escolha depende da fase, da direção e do grau da curvatura, da disponibilidade do medicamento e das contraindicações. Dor, edema, hematoma e lesão peniana estão entre os riscos possíveis.
A terapia por ondas de choque pode ser considerada para dor na fase ativa, mas não deve ser divulgada como método para corrigir a curvatura ou reduzir a placa.
Compare objetivos, evidências e limitações das opções conservadoras.
A cirurgia é considerada quando a doença está estável, a deformidade compromete a relação sexual e o paciente compreende os riscos e as expectativas realistas. A presença de uma placa ou de uma curvatura, isoladamente, não determina a operação.
Antes da decisão, são avaliados o comprimento peniano, o grau e a complexidade da deformidade, a rigidez da ereção, a resposta aos medicamentos e as prioridades do paciente. Nenhuma técnica é a melhor para todos os casos.
Avalie se a doença está estável e qual objetivo funcional precisa ser alcançado.
A plicatura corrige a curvatura encurtando o lado oposto à placa. É considerada quando a ereção é adequada, o comprimento permite essa abordagem e não existem deformidades complexas importantes. O encurtamento percebido é uma limitação relevante e precisa ser discutido.
A cirurgia de alongamento da túnica realiza incisões na região encurtada e utiliza um enxerto para cobrir o defeito. Pode ser considerada em curvaturas mais graves, comprimento insuficiente ou deformidades complexas, desde que a função erétil seja adequada. Disfunção erétil, alteração de sensibilidade, recidiva, retração do enxerto e outras complicações são riscos possíveis.
O implante é indicado principalmente quando a doença está associada à disfunção erétil que não responde adequadamente ao tratamento farmacológico. A prótese pode ser combinada com modelagem, plicatura ou incisão da placa para tratar a deformidade residual.
Converse sobre qual técnica é compatível com a geometria e a ereção.
Os riscos variam conforme a técnica e podem incluir hematoma, infecção, dor, alteração de sensibilidade, encurtamento, curvatura residual ou recorrente, nódulos de sutura, disfunção erétil, falha ou complicação do implante e necessidade de nova cirurgia.
O objetivo é recuperar funcionalidade e permitir a relação sexual dentro dos limites anatômicos do caso. A cirurgia não garante retorno ao formato, ao comprimento ou à sensibilidade anteriores à doença. A expectativa precisa ser discutida antes da escolha.
Avalie riscos, benefícios e alternativas antes do procedimento.
O resultado depende da fase, da deformidade, da função erétil e do tratamento escolhido. Estratégias conservadoras podem aliviar dor ou produzir mudanças parciais na curvatura e no comprimento. A cirurgia pode melhorar a possibilidade de penetração em pacientes selecionados.
Os resultados variam e não existe garantia de correção completa, preservação de comprimento, ausência de disfunção erétil ou satisfação. A avaliação acompanha função, dor, estabilidade e impacto na vida sexual, e não apenas um número em graus.
Alinhe as expectativas antes de escolher o próximo passo.
A recuperação depende da técnica, da anestesia e das características do paciente. O acompanhamento verifica cicatrização, dor, hematoma, função erétil e estabilidade da correção.
O prazo de retorno ao trabalho e à atividade sexual não deve ser generalizado. A equipe orienta cada paciente e informa os sinais de alerta para contato.
Esclareça suas dúvidas sobre recuperação e acompanhamento.
Compreensão do início, da evolução e do impacto da deformidade.
Revisão de imagens e exames já realizados.
Exame físico e avaliação das placas.
Documentação da geometria durante a ereção.
Avaliação da função erétil e da resposta aos medicamentos.
Definição da fase ativa ou estável.
Explicação das opções conservadoras e cirúrgicas.
Discussão de riscos, benefícios, limitações e expectativas.
Definição compartilhada dos próximos passos.
Agende uma consulta para compreender a fase da doença e quais caminhos podem ser considerados.
Não. A conduta depende da fase, da deformidade, da função erétil e do impacto funcional. Muitos pacientes são acompanhados ou recebem tratamento conservador.
A dor pode melhorar e a deformidade pode ser tratada, mas não existe garantia de retorno completo ao estado anterior.
Não. Pode causar encurtamento, indentação, perda de calibre, ampulheta, instabilidade e outras alterações.
Não. A avaliação durante a fase ativa permite documentar a evolução e tratar sintomas. A estabilidade é necessária principalmente antes da cirurgia.
Pode mudar durante a fase ativa, mas a evolução é variável. Acompanhamento e registros padronizados ajudam a identificar mudanças.
Não. A placa da doença de Peyronie é fibrótica e benigna, embora qualquer nódulo ou alteração deva ser examinado.
Não. Pode ajudar alguns pacientes, mas depende da indicação, do dispositivo, do protocolo e da adesão.
Não há indicação de ondas de choque para corrigir curvatura ou reduzir placa. Elas podem ser discutidas para dor na fase ativa.
Não existe garantia de eliminação. Podem reduzir a curvatura em pacientes selecionados, com resultados e riscos variáveis.
Pode. A avaliação diferencia rigidez insuficiente, deformidade mecânica, fatores vasculares e impacto emocional.
Pode produzir ou tornar mais perceptível o encurtamento, pois corrige a curvatura reduzindo o lado mais longo.
Não pode ser garantido. A técnica busca tratar o lado encurtado, mas possui riscos, inclusive disfunção erétil e retração.
Principalmente quando existe disfunção erétil sem resposta adequada ao tratamento farmacológico, associada à doença de Peyronie.
Não diretamente. Pode dificultar a relação sexual e, dessa forma, interferir indiretamente nas tentativas de gravidez.
Trauma com estalo, dor intensa, perda imediata da ereção, hematoma ou inchaço importante exige avaliação rápida.
Ainda tem dúvidas? Agende uma avaliação individualizada.
O atendimento presencial ocorre em Chapecó, Santa Catarina, com o Dr. Bruno von Mühlen, MÉDICO, CRM-SC 18869, Urologia, RQE 17624.
Agende uma consulta para avaliação da doença de Peyronie em Chapecó.
Se surgiu uma curvatura, dor, placa, encurtamento, perda de calibre ou dificuldade na relação sexual, a consulta permite documentar a deformidade, avaliar a ereção e organizar os próximos passos.
A equipe poderá orientar o agendamento e as informações práticas.

Converse com a equipe para organizar uma avaliação.
Este conteúdo tem finalidade informativa e educativa. Ele não substitui uma consulta médica, o exame físico nem a análise individual dos exames. A indicação e os resultados do tratamento variam de acordo com as características de cada paciente e não podem ser garantidos.
Responsável: Dr. Bruno von Mühlen | MÉDICO | CRM-SC 18869 | Urologia | RQE 17624.